sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Sete dicas para passar uma imagem de sucesso


Não basta ser bem-sucedido; é preciso parecer. Kevin Daum,empreendedor, conferencista e escritor especializado em marketing, enumerou em sua coluna no site da revista Inc. sete conselhos para construir uma imagem de sucesso. “Algumas pessoas são naturalmente abençoadas com uma aura de sucesso, mas a maioria tem de construir a autoconfiança e burilar certos aspectos da própria imagem”, diz Daum.
E adverte: “Se você projetar uma imagem de perdedor, as pessoas vão tratar você como um perdedor logo de cara.” As sete dicas são:
1. Vista-se bem em qualquer ocasião. Não é preciso ser rico para isso, assegura Daum. O importante é prestar atenção aos detalhes e saber que tipo de visual é adequado a cada situação (terno e gravata ficam tão deslocados num churrasco quanto agasalho de ginástica ou chinelo num escritório de advocacia). Ponto importante: sempre se vista um tom acima do que é esperado. Se a regra é usar jeans e camisa polo, acrescente um blazer esportivo. Finalmente, dê atenção especial a sapatos, corte de cabelo e unhas, porque todo mundo observa essas coisas, mesmo que disfarçadamente. Toques de desleixo passam a impressão de que você não sabe cuidar de si mesmo.
2. Fale e escreva corretamente. Evite ser informal demais e tome sempre cuidado para não esquecer os plurais bem pronunciados. Cuidar da dicção, aliás, faz muita diferença. E melhore seu inglês. Daum lamenta dizer isso, mas avisa que muitos americanos pensam que quem fala inglês precário é pouco inteligente.
3. Domine a arte da conversa inteligente. Em resumo: pare de falar apenas de sua própria vida e das celebridades e comece a se inteirar do que está acontecendo no mundo. Estude sempre. Leia. Viaje. E saiba relacionar as coisas que você colhe nessas atividades. Mais importante: saiba calar-se e ouvir, senão não há conversa, mas monólogo.
4. Seja generoso. Qualquer doação desinteressada causa o maior impacto positivo. Não precisa ser algo material, mas atenção, energia, dedicação ou sabedoria. Até você mesmo vai passar a gostar mais de você.
5. Seja organizado. Segundo Daum, uma pessoa desorganizada irrita todo mundo em volta, mesmo que ela não ocupe uma posição de destaque. A desorganização passa a impressão de descontrole, descuido e desinteresse. Faz você atrasar respostas a e-mails e telefonemas e, pior, chegar tarde a compromissos. Se você for assim, peça ajuda a um assistente, faça uso de aplicativos de smartphone criados para isso e evite carregar coisas de casa para o trabalho e vice-versa. Aparentar organização faz as pessoas acreditarem que você é eficiente e está sempre no controle.
6. Faça com que as pessoas se sintam importantes. Já no primeiro contato, dê um aperto de mão firme e olhe nos olhos. Esteja presente nos momentos importantes da vida de quem você conhece. Leve as pessoas a acreditar que estão dizendo coisas importantes e merecem sua doação de tempo e atenção. “Use o poder da gratidão, seja com pequenos presentes, cedendo seu tempo ou simplesmente dizendo obrigado”, aconselha Daum.
7. Cerque-se de pessoas bem-sucedidas. “Você sempre será julgado pelas companhias que cultiva”, adverte o autor. Por isso, diz ele, esforce-se para construir um círculo de pessoas que você respeita e admira, e assim será respeitado e admirado por elas.
Escrito por Márcio Ferrari em 08.02.2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Aumenta a Influencia e o engajamento da Geração Y


Aumenta a influência e o engajamento da Geração Y
Estudo global da Edelman Berland revela que essa geração influência tanto as decisões de compras de seus pares, quanto as de outras gerações.

O levantamento conhecido como “8095® 2.0”, realizado em 11 países, incluindo o Brasil, foi divulgado esta semana com o objetivo de conhecer as ambições e crenças da geração Y, os Millennials nascidos entre 1980 e 1995. A ideia era entender como tem mudado o papel das marcas na vida dos Millennials e como as mudanças culturais, como a recessão global, estão afetando seus comportamentos.

“O ‘8095® 2.0’ nos mostrou que é hora dos profissionais de propaganda e marketing atualizarem suas percepções sobre essa geração, conforme ela cresce” explica Alex Abraham, diretor do Grupo de Insights 8095 na Edelman, enfatizando que "em 2013, o mais antigo desta geração terá 33 anos - muitos deles são agora os pais, têm carreiras e possuem um alto poder de compra e influência no mundo de hoje."

Ao todo foram realizadas 4.000 entrevistas com os Millennials, com o objetivo inclusive de atualizar os últimos dados, que eram de 2010. “Ao comparar as informações de 2010 com as da pesquisa atual,  identificamos uma clara mudança na maneira com os Millennials percebem suas vidas e futuro - enquanto ela é ainda idealista e otimista, há uma nova variável: o realismo”, diz Abraham.

Os Millenials querem se engajar

Eles estão abertos a conhecer e se engajar pelas marcas. Suas preferências de compra, por exemplo, estão diretamente ligadas a fatores comportamentais das empresas. Uma prova disso é que 49% deles querem participar da criação de produtos e serviços de modo colaborativo, enquanto 48% querem interações em tempo real nas mídias sociais.

Os Millennials brasileiros, por sua vez, gostariam que as marcas fossem além da venda de produtos e serviços, e intensificassem seus laços junto a eles. 84% desejariam ajuda financeira das empresas para bolsas de estudos, e 78% gostariam de ter nas marcas parceiras a opção para novas experiências de vida, como viagens ou cursos. Com relação ao patrocínio de eventos de entretenimento, 39% esperam que as marcas se envolvam com isto

Alguns destaques 


- Os brasileiros estão mais confiantes: 79% dos Millennials brasileiros acreditam que o Brasil é influente no cenário global. A média dos países pesquisados é de 75%, e o Brasil ficou à frente de países como: Reino Unido, Canadá, França e Austrália. Por outro lado, o mercado de trabalho é uma fonte de preocupação  e estimulou o aparecimento de empreendedores.

No mundo, 48% dos Millennials afirmam que possuir seu próprio negócio é um de seus maiores objetivos de vida, destaque aqui para os números da Turquia, com 76%, e Brasil 65%,  superiores à média mundial.

- Poder de influência: 74% dos respondentes acreditam que podem influenciar na decisão de compra de pessoas de sua geração e de outras, e 7 em cada 10 consideram que é responsabilidade deles compartilhar informações com as marcas sobre boas ou más experiências que tiveram com elas. Essa média no Brasil  foi de 72%.

De acordo com o World Fact Book, há mais de 1 bilhão de Millennials ao redor do mundo, e a idade média da população mundial é de 28 anos, contemplada pela Geração Y. Ou seja, esta é a primeira geração a crescer na era digital e consequentemente, um grupo que tem a informação ao seu alcance e espera abertura para dialogar com suas marcas preferidas.

"Os profissionais de marketing precisam se esforçar mais para fortalecer as marcas junto a este grupo. É preciso aplicar um novo nível de transparência, autenticidade e propósito para o trabalho que fazemos", diz Abraham, acrescentando que se isso for possível e feito da maneira correta, “vamos descobrir na geração Y um grupo de defensores ativos da marca e de parceiros ", conclui.

Escrito por  Elaine Medeiros

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Conselhos para um BOM ATENDIMENTO!


O bom atendimento ao cliente é uma das grandes deficiências encontradas em quase todos os segmentos de negócio: comércio, indústria e serviços. 


Imagine que sua empresa consegue fazer a venda, conquista o cliente e, assim, sem mais nem menos, por conta de uma atitude descompensada, indiferente ou de desprezo de um colaborador, perde o cliente que tanto investiu para conquistar.
Não se espante. 

Isso acontece com mais frequência do que se imagina, todos os dias, em todos os lugares do mundo, portanto, vez por outra, é necessário parar para repensar o próprio atendimento: 

1) Quanto seu atendimento ao cliente é bom? Você se preocupa em manter o cliente tanto quanto se esforça para conquistá-lo? Tem consciência de quão importante é o atendimento para o seu negócio?

Os 7 Pecados Capitais do Atendimento

De acordo com Ty Boyd, coach de Negócios, escritor e conferencista, aqui estão os 7 pecados capitais do atendimento:
1.  Colocar dinheiro ou lucros à frente do atendimento.
2.  Vaidade gerada pelo sucesso.
3.  Criar níveis hierárquicos, sem promover trabalho de equipe – colegas que reclamam dos outros ou se lamentam “não é trabalho meu”.
4.  Falta de treinamento, reconhecimento ou estímulo.5.  Não ouvir – antecipar a resposta, antes de compreender a situação.
6.  Isolar-se – não prestar atenção ao cliente ou ao concorrente.
7.  Falar e não cumprir, ou pior, mentir.
Possivelmente, você já foi vítima de qualquer um desses pecados, pelo menos uma vez na vida, entretanto, se alguém perguntar se já cometeu algum deles, há uma grande possibilidade de a resposta ser NÃO. Por que será? Porque temos enorme dificuldade em assumir os erros e, da mesma forma, grande facilidade para criticar os erros alheios.


Em pleno século 21, não é mais necessário insistir no fato de que o atendimento ao cliente é uma questão crítica, complexa e fundamental para o sucesso de qualquer negócio, mas, existe ainda um razoável número de empresas que parece não se dar conta disso.
Uma verdade incontestável nisso tudo é que, sem políticas, orientações ou padrões de atendimento bem definidos, sua empresa vai continuar atendendo mal. Você pode seguir ganhando dinheiro, porém, o esforço para manter os clientes será bem maior do que o realizado para conquistá-los.

As 7 expectativas do cliente durante o atendimento

Antes de prosseguir, quero lembrar novamente que o seu cliente tem uma biologia, uma cultura, uma linguagem e, obviamente, uma história pessoal muito diferente da sua.

 Portanto, para cada atendimento, é preciso uma abordagem apropriada ao estilo do cliente, o que vai depender muito da sua percepção e de treinamento.


Como cliente, qual o padrão mínimo de atendimento esperado?

1.  Em primeiro lugar, ser ouvido atentamente, sem ser interrompido.
2.  Um bom atendimento por parte do vendedor, atendente, gerente etc.
3.  Uma linguagem adequada, inteligível, apropriada.
4.  Sentir-se importante, não apenas quando compra, mas, quando reclama.
5.  Ser visto como um consumidor inteligente – ele escolheu a sua empresa.
6.  Respeito e consideração, independentemente da condição social.
7.  Em caso de reclamação, uma expectativa e uma garantia de solução.

Lembre-se: você também é cliente, por vezes exigente, chato e difícil, e, quanto maior a consciência em relação a isso, maior a percepção necessária para melhorar a maneira de atender os clientes.

Os 7 conselhos para um Atendimento Nota 10

A resposta para essa questão vale milhões de reais. Acredite nisso. De maneira geral, o atendimento satisfatório já não é mais aceitável. Os clientes estão mais exigentes, menos fiéis, mais atentos, portanto, como diria o célebre Napoleon Hill, é necessário caminhar um quilômetro extra e ir além da concorrência.
Como fazer isso? Simples. 

É a única coisa que depende exclusivamente de você e das pessoas que trabalham contigo, portanto, sem inventar a roda, com base nos estudos de Ty Boyd, Jeffrey Gitomer e Raúl Candeloro, além da minha experiência pessoal, o atendimento nota 10 inclui as seguintes premissas:


1.  Não interrompa: suporte, do início ao fim, o desabafo do cliente, afinal, se ele está contigo é porque tem interesse no seu produto ou, então, comprou algo que não correspondeu à sua expectativa inicial.
2.  Sem preconceitos: o preconceito distorce o que você ouve, portanto, ouça sem prejulgar; o que está em jogo é o dinheiro do cliente e não a roupa que ele veste.
3.  Seja simples: o cliente não é burro, mas tem uma história diferente da sua; a linguagem adequada a cada situação e cliente faz toda diferença; quanto mais sofisticado, mais distante do cliente.
4.  Assuma a responsabilidade: entenda, de uma vez por todas que, quem se propõe a empreender, ganhar dinheiro, atender ao público, deve assumir a responsabilidade por todos os problemas gerados pelo seu negócio.
5.  Reposicione as pessoas: não imagine que seus colaboradores estejam tão comprometidos com o atendimento quanto você; se as coisas não estão indo bem, promova reuniões frequentes de alinhamento e, se isto não resolver, substitua para evitar um mal maior. Se isso não resolver, seja prático, livre-se dos ineficientes.
6.  Seja flexível: para atender a necessidades específicas dos clientes e ir além dos procedimentos da empresa quando necessário; o importante é resolver o problema do cliente.
7.  Eleve o padrão: o atendimento nota 10 será possível somente quando sua empresa adotá-lo por meio de política comercial, normas e procedimentos bem definidos, além do treinamento que nunca deixará de existir.
Isso vale para o atendente na recepção ou na portaria e para o presidente da sua empresa. Se você não adotar o atendimento como bandeira principal, jamais irá transformar o atendimento num diferencial competitivo para o seu negócio.
Entenda que você sempre tem uma escolha.

 Atender bem é uma escolha e, por mais que você treine, sugira e o cliente reclame, a maioria das pessoas escolhe atender mal.

Pense nisso, empreenda, aja diferente e seja feliz!

 fonte: Administradores

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

“O sucesso é válido quando pode ser dividido entre todos”

Como os empresários e executivos unidos podem trabalhar juntos e amplificar melhores práticas e tomar atitudes positivas para a criação de empregos, carreiras e mais prosperidade para nações e cidadãos?

Nova York – NRF 2013 – Após a apresentação de Kofi Annan, a NRF 2013 trouxe uma apresentação de 3 CEOs reconhecidos pelo seu engajamento na construção de negócios conscientes.

Howard Schultz, Chairman e CEO da Starbucks, Walter Robbs, Co-CEO da Whole Foods e Kipp Tindell, Chairman e CEO da The Container Store promoveram um debate sobre a nova, decisiva e prioritária responsabilidade das corporações e empresas na criação de uma nova ética de negócios. Como os empresários e executivos unidos podem trabalhar juntos e amplificar melhores práticas e tomar atitudes positivas para a criação de empregos, carreiras e mais prosperidade para nações e cidadãos? Howard Schultz e Walter Robbs fizeram breves apresentações e depois juntaram-se a Kipp Tindell para um debate. O tema da apresentação foi:

 “Liderança consciente: um chamado para o setor varejista e todos os outros para a ação.”
Walter Robbs foi o primeiro a tomar a palavra. Ele rapidamente procurou demonstrar como a Whole Foods foi estruturada para ter lojas que funcionem junto à comunidade e que possam trazer alegria e conexões valiosas para as pessoas. Walter mostrou as iniciativas sociais e voluntárias da Whole Foods, dentro de um contexto no qual o governo pede esse tipo e comportamento das empresas. A Whole Foods orgulha-se de sua transparência.  A empresa mobiliza mais de 60 mil colaboradores em 340 unidades e valoriza intensamente seus fornecedores, além de investir em ações sociais. Por meio da Whole Kids Foundation, a empresa consegue destinar alimentação nutritiva e saudável às escolas dentro do objetivo de lutar e eliminar o crescimento da epidêmica obesidade infantil no mundo.
Na sequência, Howard Schultz fez uma apresentação contundente. O grande mentor e CEO da maior rede de cafeterias do mundo quer o fim da passividade. Há um vácuo de liderança no mundo atual. Tanto na política quanto nas empresas. 
As estratégias de marketing e relações públicas tradicionais já não são a reposta para o enfrentamento dos enormes desafios apresentados aos executivos de todas as empresas.
Schultz falou com vigor sobre a necessidade de uma liderança mais firme para conduzir e inspirar pessoas rumo a um futuro mais promissor. O mundo inteiro hoje fala sobre o perigo representado pelo abismo fiscal (fiscal cliff) justamente porque falta aos EUA uma liderança capaz de conduzir o país no sentido certo, capaz de reduzir o déficit gigantesco ao mesmo tempo em que respeita e incentiva a atividade empresarial.Na verdade, os EUA sofrem com um “abismo de consciência” diante dos grandes desafios dos tempos atuais.
Como exemplo, o CEO da Starbucks, comentou que congressistas e senadores alertam para o fato de que os próximos 60 dias serão piores que os últimos 60. Como investir, como recuperar a confiança das pessoas, como motivar equipes diante de um cenário desses? A promessa do sonho americano, que gerações anteriores legaram para os cidadãos atuais parece se perder. Há mais oportunidades espalhadas pelo mundo do que no país. 
Howard Schultz então fez um apelo para todos os executivos, CEOs e lideranças corporativas: “Nós temos de ter uma voz! Temos de nos comprometer, o mundo está ansiando pela liderança dos EUA! E estamos vivendo normalmente como se tudo estivesse ok. Nossa voz precisa ser ouvida, como homens de negócios e cidadãos na capital do país!”
Inspirador
O executivo procurou destacar que a responsabilidade das lideranças mudou São novos padrões e desafios que obrigam os empresários a se engajar nos processos políticos. Mas nunca como doadores de recursos para campanhas. E sim como uma voz que merece ser respeitada porque gera empregos, porque está preocupada com os destinos do mundo e porque é capas de inovar e propor soluções.
Nesse momento, Walter Robbs da Whole Foods intercedeu: “É muito frustrante ver como somos incompreendidos e o quanto nosso trabalho sério, tudo o que investimos e o quanto acreditamos nesse país simplesmente não encontra eco na classe política.”
E Walter complementou: “Os negócios são a maior força transformadora do mundo. E nós temos que demonstrar isso. Há várias formas de como podemos agir para mostrar e impactar positivamente o mundo. Podemos fazer uma diferença significativa com nosso trabalho para o mundo. Há necessidade fora das empresas e temos de atendê-las.”
Howard Schultz prosseguiu com novas ideias que valorizam sua cruzada por uma nova forma de liderança. Enfatizou que há um gap de confiança de algumas instituições como os bancos por exemplo e mesmo nas grandes companhias. E disse que o caminho da transparência é essencial para criar confiança e inspirar pessoas. As pessoas estão clamando por encontrar alguém em quem possam confiar. E as empresas podem galvanizar essa confiança com seu trabalho, disseminando e atendendo expectativas. 
Kipp Tindell que moderou o debate comentou que o capitalismo sofreu uma grande crise de relações públicas com a crise de 2008. As práticas de uma certa derivação dos princípios originais do capitalismo foi o responsável pelos problemas que afligem a economia da Europa e dos EUA. O Co-CEO da Whole Foods emendou chamando a atenção para o fato de que a confiança deriva de um propósito. “O nosso turnaround é baixo porque nosso time sabe que está fazendo um bem para o mundo e não simplesmente trabalhando em uma empresa.”
Howard Schultz encerrou o debate realmente inspirador, repleto de ideias poderosas com uma argumentação de impacto: “Nós podemos inspirar as pessoas, nossos colaboradores de um modo único. Não há nada de forte em encarar milhares de funcionários sem expressar sentimentos. Todos queremos alguma coisa, conquistar algo. E nós queremos ter sucesso em criar um ambiente no qual o sucesso possa ser dividido entre todos. O sucesso é válido quando pode ser dividido por todos.
Será que assistimos ao nascimento real de um novo padrão de liderança, capaz de conduzir as pessoas para um caminho mais próspero e virtuoso?
O tempo dirá. Mas as lições e reflexões de Howard Schultz foram profundamente inspiradoras.
*Jacques Meir é Diretor de Marketing e Branding do Grupo Padrão e enviado especial para a cobertura analítica do conteúdo da NRF.
 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Sua empresa está pronta para reter talentos?

O que a sua empresa deseja para o futuro? 

Independente dos objetivos traçados, é impossível atingir os resultados sem grandes profissionais para fazerem as coisas acontecerem.

Sua empresa está pronta para reter talentos?
Eis o grande problema: de um lado, metas e resultados a serem atingidos, do outro, a escassez de pessoas competentes que auxiliem as empresas em suas ações.
A questão é simples: o nível de preparação e engajamento das pessoas é o que determinará o sucesso da execução das estratégias. Portanto, reforço a indagação crucial deste artigo: a sua empresa está pronta para os melhores talentos?
Um profissional talentoso questiona, quer crescer, é inovador, não aceita ser liderado por qualquer um, precisa ser constantemente desafiado para manter-se motivado, valoriza um ambiente de trabalho que estimule o relacionamento e faz questão de participar e ser ouvido. Portanto, antes de procurar profissionais talentosos, é preciso organizar o modelo de gestão da sua empresa, caso contrário, você poderá até encontrá-los, mas será perda de tempo, pois não conseguirá engajá-los e retê-los em sua empresa.
Fuja da incoerência!
Ao mesmo tempo em que as empresas querem profissionais inovadores, punem o erro com severidade; querem pessoas que resolvam os problemas, mas não dão autonomia; clamam por colaboradores pró-ativos, mas não flexibilizam os processos; lutam para atrair talentos, mas não desenvolvem os seus lideres para retê-los; exigem pessoas comprometidas, mas não valorizam a participação; querem profissionais motivados, mas não criam um ambiente de valorização e reconhecimento; querem alcançar resultados extraordinários, mas não investem na preparação do seu time.

É preciso refletir...

Sugiro que você dedique alguns minutos ou horas para refletir sobre o modelo de gestão de talentos da sua empresa:

1. A sua empresa tem planos claros para o futuro? Você nunca terá profissionais talentosos na sua empresa sem ter muito bem estruturada a sua visão de futuro. Um profissional talentoso é engajado pelas oportunidades de crescer constantemente, se não enxergar essa oportunidade, não valerá a pena.
2. O ambiente da sua empresa valoriza a inovação e iniciativa? Eis o maior erro de uma empresa que deseja atrair talentos. Quer os melhores profissionais, mas não permite que eles criem, participem, inovem, e sejam ouvidos. Um profissional talentoso nunca permanecerá em um ambiente que abafe o seu talento e que não permita que ele coloque o seu melhor em jogo.
3. A sua empresa oferece oportunidades de aprendizado? Entenda, a única maneira de saciar a ambição dos profissionais talentosos de crescer hierarquicamente é oferecer-lhes um ambiente de aprendizado constante, que lhes permita evoluir pessoal e profissionalmente. Agora, é muito comum as empresas investirem em programas de treinamento, que são muito importantes, mas não valorizarem o maior de todos os aprendizados que um profissional pode ter: a prática, a experiência e o conhecimento que se adquire de diversas maneiras, principalmente por meio de desafios cotidianos e do feedback construtivo frequente.
4. A liderança da sua empresa está pronta para lidar com os melhores talentos? Precisamos de líderes que utilizem a sua experiência para atender os anseios dos profissionais. Liderar profissionais talentosos é compreender que deve-se liderar pelo exemplo e pela participação. Um líder autoritário, que não permite o envolvimento pleno de sua equipe, jamais comprometerá as pessoas, pois tirará desses profissionais a chance de evoluir e contribuir - valores vitais de engajamento e motivação da nova geração.
Não há segredo, é preciso compreender que profissionais acima da média exigem atitudes organizacionais diferentes.
A sua empresa precisa ir além! Reconheça que o mercado mudou, evolua com ele e deseje conquistar os melhores talentos para a sua empresa em 2013. 
O alcance dos objetivos é consequência!
"O sucesso de uma empresa é construído a partir do talento de seus membros"
.  Publicado em Jan 08, 2013 por Alexandre Prates

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Como encontrar o novo consumidor?


 Divulgação
Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?
De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% dos gestores de marketing sabem lidar com esse cliente multicanal, que, por sinal, é quase cinco vezes mais rentável que os consumidores em geral.
Temos ainda que aprender a lidar com a geração Y, considerada a mais otimista de todos os tempos, mas que é uma geração que não perde tempo com empresas ou pessoas não reais, ou seja, que não são verdadeiras em suas relações. É um grupo que exige ainda mais transparência e autenticidade.
É preciso estar presente onde eles estão e saber como agir. Para isso, sua empresa deverá criar conexões mais emocionais, lançar campanhas que tenham identificação e que, com isso, tenham maior chance de “viralizar”. Aliado a isso, lembre-se que 80% da mídia on-line alcança seu público-alvo, ou seja, nela há menor dispersão.
Não é tarefa das mais simples, concordo. Precisamos deixar muito claro, como diz o professor Silvio Meira, especialista em inovação e tecnologia, que ninguém sabe ao certo o que deve ser feito. Nisso, se alguma empresa lhe disser que tem uma fórmula mágica, que sabe exatamente o que fazer e que resultados essas ações trarão, desconfie.
Estamos todos vivendo em “beta”. Não está tudo pronto, nada é definitivo. Existe sim a possibilidade e a necessidade de criar junto, de testar e de aprender o que trará maior retorno para cada perfil de negócio.
Apenas para ilustrar o que estou dizendo, não há tabelas de preços pré-formatadas nesse campo, como existe para a criação de peças publicitárias ou campanhas de marketing direto. Cada agência propõe valores distintos pelos serviços prestados, o que torna esse desafio ainda maior.
Porém, mesmo tudo sendo muito novo, há experiências já feitas, histórias já contadas, que fazem com que não tenhamos que sair do zero. Ou seja, aprenda com os erros dos outros, busque indicações e parcerias para acelerar seu processo de aprendizado. Dentre as ações já testadas e que demonstraram boa aceitação está a criação de conteúdo “fresco”, inovador e direcionado aos interesses do seu target, conteúdo que traga valor imediato. Outro ponto também importante é prover feedback frequente e mostrar que sua empresa está acompanhando as mudanças do mercado.
Por exemplo, se você é da área de crédito e cobrança, escreva, ou contrate alguém que possa criar conteúdos relevantes sobre crédito; se você está no setor de seguros, crie material sobre seguros, dando dicas úteis, crie um guia prático e, depois, dissemine isso nas redes sociais nas quais sua empresa está presente, ou nas quais ela venha a estar. Para isso, selecione somente redes que façam sentido para o seu setor. Pesquise e identifique comunidades que tratem do assunto que você domina, ou que tenham interesse nesses temas.
Dessa forma, sua empresa não atingirá milhões de pessoas, mas, com certeza, alcançará os clientes que são o foco do seu negócio.
* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de SP - e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC  www.sandraturchi.com.br   

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Trabalho sem estresse - Dicas


Trabalho sem estresse

A busca por resultados e a competitividade profissional são algumas dos fatores que tem levado várias pessoas a dedicarem horas a fio ao trabalho. Alguns, de tão comprometidos, são conhecidos como workaholics.

 O termo em inglês que designa as pessoas viciadas em trabalho, era moda até pouco tempo atrás. Contudo, as empresas passaram a encarar esse comportamento como um desequilíbrio prejudicial à saúde do funcionário e aos negócios.

Uma das consequências do excesso de trabalho é o estresse. Levantamento feito pela Asap, consultoria de recrutamento de executivos, revelou que 67% dos profissionais entrevistados afirmam que tem a vida pessoal comprometida pela sobrecarga de trabalho e se consideram vítimas do cansaço e estresse. A pesquisa ouviu 1.090 profissionais de todo o país, sendo que mais da metade era formada por executivos com cargo de gerência ou analistas.

A carga horária excessiva, por exemplo, traz muitos prejuízos para a empresa. 
Funcionários que faz horas extras custam caro não só do ponto de vista financeiro.
  O cansaço e o estresse comprometem a criatividade e o rendimento dos colaboradores, além de afetar a qualidade de vida. Isso favorece o aparecimento de diversas doenças e a incidência de licenças médica, com certeza, aumenta.


Por essa razão, para as empresas, o funcionário ideal passou a ser aquele que consegue conciliar a carreira com sua vida pessoal. É possível ter um excelente desempenho no trabalho e ainda ter tempo para a família e o lazer. Mas é importante lembrar que algumas empresas ainda cobram muito dos seus funcionários. Não vejo isso como vantagem. Depois de 10 horas seguidas de trabalho, o rendimento do colaborador cai consideravelmente. Melhor trabalhar oito horas com qualidade do que 12 horas e ter a produtividade comprometida pela metade.
Gerenciar o tempo – Muitos profissionais têm a carga horária de trabalho dobrada por falta de gerenciamento do tempo. De acordo com especialistas, a internet facilitou a vida das empresas, mas é uma das responsáveis pela queda de produtividade de muitos profissionais. O hábito de checar e-mails com freqüência, navegar em sites de notícias e pelas mídias sociais tornou-se um hábito. Se mal gerenciada, essa mania desvia nossa atenção, nos afastando das atividades do trabalho, obrigando-nos a estender o horário de trabalho.
A dica é separar um momento do dia para checar e-mails e dar aquela espiada nas páginas de relacionamento pessoais como Facebook e Twitter. Nesses casos, a regra básica é ter bom senso.
Por traz do sucesso – Quanto maior o cargo na empresa, maior a cobrança. Por essa razão, muitos profissionais em posições de gerência trabalham o dobro, se afastam do lazer e do convívio familiar e, para darem conta do recado, abusam do uso de medicamento. Estudo da ePharma, empresa especializada em planos farmacêuticos corporativos, apontou que os executivos brasileiros consumiram mais medicamentos para ansiedade e depressão do que para outras doenças como diabetes e hipertensão.
Uma das drogas preferidas já é uma das mais consumidas no país: Rivotril. O medicamento, usado no tratamento de depressão, insônia e crise do pânico. Muitos gestores assumem alta carga de responsabilidade e precisam passar confiança aos liderados. É uma missão que, mal conduzida, leva ao estresse. Alguns, infelizmente, recorrem ao uso de medicamentos cada vez mais forte para suportar a pressão. Nesse caso, é necessária uma auto-avaliação para saber o que é preciso melhorar e/ou alterar na forma como trabalhamos. Reconhecer os próprios limites é fundamental.
Trabalho na medida certa
Veja dicas para aumentar a produtividade sem ficar sobrecarregado no trabalho:
- Faça pausas curtas periódicas durante o dia. Alongue-se e beba bastante água;
- Praticar atividades físicas periódicas é bom para a saúde, além de aumentar a produtividade e a eficiência no trabalho;
- Reserve um período do dia (a hora do almoço é mais aconselhada) para visitar as páginas pessoais nas mídias sociais. O mesmo vale para os e-mails pessoais;
- Reserve, também, um período do dia para ler e responder os e-mails corporativos;
- Aprenda a dizer não com assertividade. Concentre-se nas atividades prioritárias e saiba negociar prazos;
- Não leve trabalho para casa e use os finais de semana para atividades de lazer. Evite, também, acessar e-mails profissionais nos dias de folga. Exceto em casos de extrema urgência. Do contrário, use esse dia para descansar;
- Faça uma autoavaliação. Ao perceber que a saúde está em risco, faça uma pausa;
- Mantenha um relacionamento harmonioso com os colegas de trabalho;
- Procure alimentar-se nos horários corretos e busque uma alimentação balanceada, pausada e sem correria.
FONTE:Administradores.com.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Hora de Almoço - Dicas


Para alguns, um dos momentos mais esperados durante o horário do expediente é o horário do almoço. A pausa para comer é um bom momento para papear com os colegas, descansar de seus afazeres ou até aproveitar o tempo para fazer compras ou pagar contas.
Mas muitos, em vez de aproveitarem o momento para descansarem e se desligarem das cobranças e prazos, utilizam essa hora para adiantar suas atividades, comendo lanches ou saladas com os olhos colados no computador ou então até vai comer em um restaurante, mas não desgruda do celular.
Mas será que esse tempo encurtou? Para o psicólogo organizacional, Michael Woodward, a sociedade está obcecada pelo trabalho e acabam perdendo a noção de fazer uma pausa. “Assim como os atletas, todo nós precisamos de calorias para nossas mentes funcionarem melhor. Ter um tempo para recarregar as energias também”.
Outra especialista no assunto, a autora de “Tame Your Terrible Office Tyrant”, Lyann Taylor diz que um profissional deve ser tão estratégico na hora do almoço quanto no começo ou no término de seu dia. Pois esse momento é uma pausa, no qual você precisa reabastecer e reenergizar para continuar seu trabalho sem se sentir cansado até o final da jornada.
Foto: Thinkstock

“Está comprovado que se você ter um intervalo entre seus afazeres, de modo que consiga organizar sua agenda em torno dos seus picos de energia, tornará seu dia de trabalho muito mais produtivo”, aponta a autora de “Blind Spots: the 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success”, Alexandra Levit.
O que você faz durante esse horário pode variar de acordo com seu ambiente corporativo, carreira ou necessidades pessoais, mas a Forbes publicou 14 coisas que você não pode deixar de fazer na hora do almoço, confira as dicas:

Planeje

“Não pense que só porque é almoço que seu tempo seja livre”, adverte Taylor. O tempo não é um recurso renovável, por isso, tente planejar antes como aproveitará esse horário.
Você também deve planejar suas atividades após o almoço, sugere o especialista de carreira, Michael Kerr. “Pensar como você irá priorizar e agendar eventos no período da tarde pode maximizar sua produtividade. Por exemplo, agendar uma reunião ou conferência logo após o almoço causará estresse durante este tempo ou você pode acabar diminuindo o horário para adiantar as pautas da reunião”.

Faça uma pausa real

Fazer uma pausa do trabalho por 60 segundos comendo na frente do computador não vale. “Faça um descanso verdadeiro, o tempo tem de envolver uma quebra real de trabalho”, sugere Levit. Tente não acessar seus e-mails, falar do trabalho durante o almoço ou levar junto suas atividades.

Saia de onde estiver

“Continuar em sua mesa na hora do almoço é um erro, mesmo que desligue o computador. Há relatórios e outros afazeres que irão te lembrar das suas obrigações. Então, se tiver de comer na empresa, se levante de onde estiver e vá comer em outro lugar, nem que seja para a mesa de um colega”, afirma Kerr.

Coma

Não tente fazer aquelas dietas malucas e passar fome na hora do almoço. “Você vai pagar por isso mais tarde, quando não conseguir se concentrar, ter vertigens ou ganhar uma dor de cabeça”, diz Taylor.

Aprecie sua comida

Almoço deve ser aproveitado. “Prepare-se para algo que você goste e que se encaixe na sua dieta”, acrescenta Woodward. “Se você tem um restaurante favorito ou um alimento de preferência lembre-se de procurá-lo pelo menos uma vez por semana”.

Faça o que você não pode fazer em outros horários

Muitos profissionais utilizam a hora do almoço para adiantar alguns afazeres pessoais, como ir ao banco ou comprar determinado remédio. As vezes, isso é inevitável, mas Taylor alerta sobre o cuidado de fazer essas tarefas com frequência. “Veja se elas podem ser feitas antes ou depois do trabalho, ou mesmo nos fins de semana. Se sempre utilizar esse tempo para pagar contas em filas intermináveis de bancos você só irá trocar um estresse por outro”.

Conheça pessoas novas

Interações no trabalho podem ser tão pequenas que um profissional pode passar anos para realmente conhecer um colega de empresa. “Quando você não conhece outros profisionais se torna fácil desumanizá-los. Tire o tempo do almoço para sair do escritório e conhecer melhor aqueles que te cercam todos os dias”, sugeriu Woodward.

Encontre-se com os amigos

Se você tem algum amigo que trabalhe ou more próximo ao seu trabalho, convide-o para um almoço ocasional. Woodward lembra que sua vida pessoal tem necessidades iguais a sua vida profissional, por isso, não deixe de utilizar seu tempo livre para fazer o que gosta.
Sua pausa do meio-dia é uma boa oportunidade de recuperar seu “social”, mas não perca a noção do tempo e não trate o momento como um happy hour.

Faça os outros saberem lidar com sua ausência

Nada mais chato do que estar pronto para almoçar e alguém vem com algum problema para você resolver. Nesse caso, você precisa pensar em estratégias para seus colegas ou chefes saberem o que fazer quando você estiver no horário de almoço. Isso ajudará não apenas para acalmar os ânimos daqueles colegas desesperados, mas também fará você aproveitar melhor o seu tempo ausente.

Envolva-se em atividades que recarreguem sua bateria

Naqueles dias em que o estresse está batendo à sua porta desde cedo, utilize o almoço para fazer um passeio, visitar um ginásio ou mesmo meditar. Faça algo que você se sinta bem e que não te lembre os problemas deixados na empresa.

Networking

Por mais que você esteja em um bom emprego, sempre é bom investir em sua rede de contatos profissionais. Se você não tem tempo de fazer isso em casa, por que não usar seu almoço para fortalecer esses laços? “Estrategicamente, o almoço é um momento excelente para construir relacionamentos e contatos com um simples convite para um restaurante”, acrescenta a executiva  coaching de carreira, Anita Attridge.

Não se prenda à rotina

Hábitos fazem parte da existência humana. Talvez você vá ao mesmo restaurante todos os dias, come com os mesmos colegas ou você sempre use o horário de almoço para adiantar funções ou resolver problemas pessoais. Tente misturar as coisas, alterne e conheça novos lugares e rotinas.

Evite as tecnologias

Tente ficar longe de seu IPhone, IPad, Blackberry ou o computador. “Dê aos seus olhos uma pausa”, afirma Taylor. A maioria dos profissionais que trabalha em escritórios utilizam o computador com frequência, então tente no horário do almoço descansar de outras tecnologias que, assim como computador do trabalho, cansam seus olhos e podem causar dor de cabeça ao final do dia.

Não exagere no curto ou prolongado tempo

Se você tiver uma hora de almoço, aproveite seus 60 minutos. Talvez você possa não ter isso todos os dias, mas quando você puder aproveite da melhor forma. No entanto, se todos os outros no escritório fazem intervalos mais curtos, preste atenção para você não exagerar.
“Não faça almoços prolongados com frequência, pois as pessoas vão começar a perceber e comentar. Também não pressione seus colegas a aderirem sua programação planejada, pois não se esqueça que você está lá para trabalhar também”, alerta Levit.
fonte: Administradores

quarta-feira, 27 de junho de 2012

"Superação" - Maestro João Carlos Martins


"A PIOR coisa me aconteceu,
foi perder o movimento das mãos.

E a MELHOR coisa que me aconteceu,
foi perder o movimento das mãos."
(João Carlos Martins)




sexta-feira, 25 de maio de 2012

Empresa que acredita e motiva as Equipes de Vendas

Agora , atingidos os objetivos propostos, vamos para a comemoração dos resultados obtidos . 
Motivação e o comprometimento de todos e do talento de cada um... Parabéns!
E o reconhecimento dos integrantes , 
entre todas as outras formas de estímulos que já falamos e praticamos, é a mais importante para a motivação. 
Todos precisamos de reconhecimento, quer seja em família, entre os amigos e, particularmente, no trabalho. Quando o Marcelo destacou a contribuição dos 


Gerentes , do Grupo Maranhão,
 ele promoveu o reconhecimento  entre todos os presentes. 
Quando elogiou o resultado final, ele reconheceu que o grupo inteiro foi competente.




Motivação & Vivencia







Mais importante é fazer com que o aprendizado ocorra primeiro pelo exemplo, depois pela Vivencia .


Treinamento na Cozinha Dinâmica HANDS ON


Já no segundo encontro com os gerentes do Grupo Maranhão , ocorreu uma dinâmica bastante interativa, em que através de  aulas de culinária .Os Gerentes  presentes puderam entender a relação da culinária com a arte  de vender

A dinâmica   "HANDS ON" 

 "Multiplicando Sabores  com  Resultados "

Tem como inspiração o universo da Gastronomia e as interessantes lições que dele podemos extrair. 

  Uma dinâmica divertida e prática em que os  gerentes colocaram , literalmente,  a mão na massa.

O que o chefe Marcelo Ceneviva  compartilha seus conhecimentos e sua 

competência com a sua equipe de Gerentes . 

É possível seguir uma receita de sucesso e chegar a um bom resultado, mas a excelência é obtida com a aplicação de conhecimentos adquiridos com a prática. 




Empresa preparada para Capacitar e TREINAR EQUIPE de Gerentes de Vendas




Para a gerente  Grupo Maranhão Maria Inês Nery, o treinamento está sendo bastante válido, pois é uma oportunidade também de se autoavaliar.
“Através das posturas e padrões que estão sendo estabelecidos e que chegam ao nosso conhecimento, podemos refl eti r sobre nossas condutas e tentar corrigir possíveis falhas”, ressalta.
Já o gerente Julio Cesar Silva, garante que o treinamento será bastante proveitoso. “Os temas são interessantes e, quando colocados
em práti ca, deverão gerar mudanças na forma de trabalhar, garanti ndo bons resultados”, enfatiza.
“Entendemos que com esta iniciativa o Grupo Maranhão só tem a ganhar, tanto por investir no desenvolvimento de seus talentos, quanto por ter este investimento refleti do na prática, em vendas e processos com maior qualidade, em clientes fidelizados e em novas visões e possibilidades de mercado. Cabe, agora, aos gerentes, colocar em práti ca todo o aprendizado e transformar este aprendizado em um diferencial frente à concorrência através da uti lização das
boas práti cas e técnicas que a eles estão sendo ministradas”,              
 finaliza o diretor  comercial Marco Heitor Pacheco


Empresa que investe em Formação de Multi plicadores em Vendas


Uma das missões do Grupo Maranhão é capacitar e desenvolver seus líderes para que
estejam aptos a enfrentarem as diversidades do mercado através de qualificação, buscando
sempre atender as necessidades e superar as expectativas.
Dentro dessa perspectiva  o Grupo Maranhão deu início ao Treinamento de Formação de Multiplicadores
em Vendas, com foco em sua equipe de gerentes.
De acordo com o diretor de Vendas Marco Heitor Pacheco, este é um momento muito importante no qual a empresa precisa ter gestores que estejam preparados para os desafios.
 “A tendência do Maranhão é crescer cada vez mais, tanto em vendas quanto em novos mercados.
Para isso, nossos gerentes devem entender dos negócios e ter as competências necessárias para atender nossos clientes e entenderem suas necessidades.
Assim todos permanecerão alinhados em busca do mesmo objetivo e uti lizando das mesmas ferramentas”,
explica.
O treinamento reúne os 22 gerentes a cada quinze dias, e a ideia é que os encontros aconteçam
nas unidades de Catanduva e Itupeva, em forma de revezamento, para que assim haja
uma maior integração entre os gestores e também para que possam conhecer e ter acesso às
unidades do Grupo. “Para ministrar as palestras e dinâmicas, contratamos uma empresa especializada, MMC  que estudou as necessidades do Maranhão e montou um curso personalizado para atender nossas demandas”, destaca Pacheco.