domingo, 30 de março de 2014

Michael Jordan construiu umas das carreiras mais vitoriosas da história do esporte.


Carreira de Jordan foi marcada por frases motivacionais.





Durante sua trajetória no basquete, notabilizou-se por superar adversidades e crescer em momentos decisivos.
 Fora das quadras, não era raro vê-lo relacionando o sucesso que tinha ao trabalho duro e à força de vontade.

"Eu errei mais de 9.000 arremessos na minha carreira.
 Perdi quase 300 jogos. 
Em 26 oportunidades, confiaram em mim para fazer o arremesso da vitória e eu errei. 
Eu falhei muitas e muitas vezes na minha vida. 
E é por isso que tenho sucesso.”
Michael Jordan

quinta-feira, 27 de março de 2014

5 coisas que pessoas carismáticas fazem Exalar alegria é o primeiro passo para desenvolver a característica

Franquia sucesso (Foto: Photopin) Carisma se sente no ar


Saber contar uma boa história é uma das características de carismáticos.
 Não se trata apenas de alguém agradável. Pessoas carismáticas chamam atenção.
 Eles energizam os outros e os motivam a tomar iniciativa.
Será que essas pessoas nascem assim ou aprendem a desenvolver a característica?
 Uma mistura dos dois, provavelmente.

O carisma pode ser desenvolvido e se esta é sua aspiração, o site da Inc. listou cinco dicas para começar.

1. Pessoas carismáticas exalam alegria

A primeira coisa a ser notada em alguém carismático é o brilho no olhar. Elas sentem uma forte paixão que as movem. Mesmo quando bravas, elas convencem os outros de suas causas. Elas sentem prazer pelo que fazem e compartilham experiências. Aumente seu carisma ao compartilhar paixões e ao ajudar colegas.

2. Pessoas carismáticas inspiram confiança

Elas parecem ter o mundo sob controle. Elas parecem ser seguras, mesmo quando não são de fato. Pessoas carismáticas acreditam em suas habilidades, em seus conhecimentos e em seus valores. A linha tênue entre narcisismo e confiança também é clara. Invista no carisma ao controlar inseguranças e enaltecer qualidades. Compartilhe sua confiança com os outros para que eles se sintam mais fortes com sua presença.


3. Pessoas carismáticas compartilham suas convicções

Elas se destacam melhor quando estão à frente de um movimento. É importante acreditar em algo poderoso e disseminar essa crença. Convicções e ações consistentes influenciam opiniões e decisões. Apatia e indiferença podem acabar com o carisma. Seja comprometido e inspire pessoas a lutarem por suas causas.


4. Pessoas carismáticas são ótimas contadoras de histórias

Para seguir alguém, é preciso conhecer o contexto da situação e qual é a verdadeira motivação por trás de uma determinada ação. Contar histórias é a forma mais eficiente para quebrar o gelo e despertar emoções. Pessoas com carisma têm o dom da narração e são agradáveis de ouvir. Elas são intrigantes e envolvem seus ouvintes. Aprenda a contar histórias emocionantes, use metáforas e pratique o bom humor para entreter ao informar.


5. Pessoas carismáticas transmitem empatia

Quando Bill Clinton faz um discurso, por mais que a mensagem seja para milhares de pessoas, a sensação é que ele está falando exclusivamente com você. Este é um talento de carismáticos.  É preciso focar olhos, ouvidos e alma no próximo, e não em si mesmo. Pessoas com carisma provocam risadas, fazem outros se sentirem especiais, fascinantes e interessantes.

sábado, 22 de março de 2014

Você sabe o que é Personal Coach ?

O que é Personal Coach ? A cada dia que passa vem consolidando seu espaço.

Mas, afinal o que é personal coach?
 É o profissional que possibilita uma parceria progressiva,  ajuda indivíduos e empresas a estabelecerem seus objetivos, tarefas para alcançá-los, identificarem seus valores, crenças e potencializarem mudanças.
O coach durante muito tempo foi associado somente aos esportes, pois a tradução da palavra significa técnico.
 Hoje, porém, o personal coach já transita por outras áreas. Ou seja, ele não se restringe aos esportes e também auxilia executivos, gerentes, funcionários, estudantes, artistas, enfim, qualquer pessoa que queira efetuar mudanças e ou atingir objetivos.
 O processo de coaching leva o indivíduo a ação e ao aprendizado.

 No coaching não existe fracasso, pois tudo o que o coachee faz é considerado. 

Em cada etapa do processo, é importante que haja sinceridade e consciência do coachee e que ele saiba que seu comprometimento e responsabilidade são importantes para seu sucesso.
Já ao coach, cabe a responsabilidade de acompanhar o coachee em sua jornada, através de perguntas que os ajudem a estabelecerem suas metas, seus valores, crenças e tarefas. Com perguntas adequadas, o coach estabelece uma relação de confiança com seu coachee e o processo flui naturalmente.
O grande diferencial da atividade de coaching é uma abordagem orientada ao futuro. O passado é honrado. O processo é dinâmico e com muitas tarefas estabelecidas para o alcance de suas metas.
O coaching é a mola propulsora para qualquer pessoa que queira atingir seus objetivos. Toda e qualquer situação e ou problema do coachee é valorizado.O que não ocorre é a análise dos motivos que os causaram. Isso é tarefa para o terapeuta. Na verdade, o coaching veio para alavancar à vida daqueles que anseiam por mudanças e não conseguem efetuá-las.
Coaching na prática: O trabalho de coaching é realizado em  10 a 12 sessões que variam conforme a necessidade do cliente. É um processo dinâmico, pois o coach acompanha o coachee até que o mesmo ache necessário. As sessões podem ser semanais,quinzenais e ou mensais.
O Coaching e seus benefícios:
Para as pessoas: Adquirem confiança, aprendizado, flexibilidade e maior qualidade de vida. Tornam - se mais produtivas e criativas; Vencem bloqueios; Clareiam seus objetivos e trabalham na direção dos mesmos; Identificam seus valores e crenças; Potencializam mudanças; Elaboram planos de ação; Melhoram seus relacionamentos;
Para as empresas: Mantém os funcionários essenciais; Evita custo de retreinamento; Melhora a motivação, o comprometimento e conseqüentemente o trabalho da equipe; Melhora a produtividade do pessoal.

sexta-feira, 21 de março de 2014

"10 frases que líderes medíocres adoram dizer."

"Há pessoas que já nascem com o espírito de liderança, mas há também aquelas que exercem cargos de gerência sem o devido preparo"

"É trabalho, não é para ser divertido"

 Muitas pessoas confundem liderança com chefia. Enquanto há pessoas que já nascem com o espírito de liderança, há outras que adquirem, com o tempo, principalmente após ingressarem no mercado de trabalho, características comuns em líderes. Porém, há também aquelas que exercem cargos de gerência sem o devido preparo.

Baseado em um artigo da Forbes, escrito por Liz Ryan, exemplificamos os chavões propagados indiscriminadamente por líderes medíocres. Caso tenha escutado alguma das seguintes frases do chefe atual, pode ser a hora de buscar um novo emprego.

Não te pago para pensar

Tendo em vista que as pessoas de fato são pagas para pensar, esse chavão soa como “não quero ouvir o que você pensa porque pessoas mais inteligentes que eu me fazem sentir inseguro”.

Parece se tratar de um problema pessoal

Típico de chefes que evitam dialogar com os colaboradores. Uma boa hora para usar esta frase é quando o gerente ligar em um final de semana recrutando voluntários para terminar um serviço que deixou pela metade.


É trabalho, não é para ser divertido 

A teoria que espanta investidores. Quem vai querer aplicar capital em uma organização onde os colaboradores são obrigados a fazer o que não querem? Na verdade, o trabalho deve ter seu momento de prazer, principalmente para que o profissional mantenha-se motivado e dedicado à empresa.

Você não é meu único empregado

Basicamente esta fala representa que o gerente em questão não está apto a concluir o próprio trabalho. Soa como “não posso lidar com meu trabalho, mas não é inteligente de sua parte apontar isso até que esteja empregado em outro lugar”.

Pensarei no assunto

Talvez a frase mais arcaica da lista. Atualmente é usada apenas por administradores incompetentes que não possuem uma resposta com fundamento a respeito do assunto. Ouvir isso pode significar duas coisas: que este é o fim de sua ideia ou que seu gerente vai descobrir um jeito de roubá-la.

Não quero saber quais são suas prioridades – esta será sua nova prioridade

Um gestor que pensa assim não faz ideia de que tudo dentro de uma organização está interligado, e um trabalho deixado de lado aqui, refletirá futuramente.


Se você não quer este emprego, acharei alguém que queira

Esta sentença evidencia uma liderança baseada no medo e um comportamento agressivo-passivo de quem a propaga. Aqueles que já escutaram frases nesse modelo estão familiarizados com gerentes que ameaçam os colaboradores para mantê-los na linha.

Sempre fizemos assim

“E Deus sabe que se não está quebrado, não conserte”.

Com esta economia, sorte sua ter um emprego

A demanda de pessoas inteligentes e capacitadas só aumenta. Se você é uma pessoa responsável e qualificada não terá problemas para achar um emprego que combine com sua personalidade. A vida é muito curta para trabalhar para chefes medíocres e carrascos.
Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira

domingo, 9 de março de 2014

“Pensar positivo”

Apontado como um dos desencadeadores do bem-estar psicológico,
pensar positivamente pode ser uma prática de todos os dias.


“Pensar positivo” é o conselho geral para superar qualquer dificuldade. Mas, afinal, o que é ser positivo? “Uma pessoa positiva é aquela que é confiante na vida”, resume Maria Teresa Guimarães, life coaching. Mas há uma grande diferença entre ser positivo e ser idealista. As pessoas positivas são realistas.

 “O pensamento positivo saudável gera pensamentos e atitudes que vão refletir na vida." 

 15 dicas para você colocar em prática no dia a dia e se tonar uma pessoa positiva. 

Veja abaixo.

1. Ser positivo também é uma questão de escolha. Portanto, saiba que a iniciativa tem que vir de você. “As pessoas positivas são mais racionais”, diz o coach André Lado Cruz.

2. A atitude positiva pode ser treinada. Uma boa maneira de praticá-la é meditar diariamente, mesmo que por pouco tempo. A meditação consiste em observar os próprios pensamentos. “Se o pensamento não é o que você quer, finja que ele é uma nuvem e deixe-o passar”, diz Teresa Guimarães.


3. As pessoas positivas não são imediatistas. Elas conseguem analisar uma situação e enxergar adiante. Por isso, André Lado Cruz ensina que uma maneira de ser positivo é pensar a longo prazo. Lembre-se que o futuro é produzido no presente e o que não está tão bom agora pode se tornar melhor se cultivado com positividade. “Ter um objetivo faz com que o peso do caminho seja suportável”, completa.

4. Ver fotos de animais e coisas fofas pode ter um impacto benéfico maior do que você imagina. Uma pesquisa de 2012 desenvolvida pela Universidade de Leicester mostrou que olhar imagens de filhotes fofos aumenta a concentração, fazendo com que o desempenho em atividades cotidianas melhore. Com mais foco, é possível encontrar soluções racionais e lógicas para os problemas que aparecem.


5. A música traz muitos benefícios. Entre eles, a capacidade de liberar o estresse e cultivar o modo de expressão pessoal. Que tal aprender a assoviar aquela sua música favorita?


6. Ria e sorria! Pensar positivo é uma questão de treino. Para isso, tente sempre emanar positividade. Se parecer algo muito difícil, a coach Teresa sugere uma técnica. “Quando estiver se sentindo carregado, feche os olhos e abra um sorriso. Ou, então, mostre os dentes para o espelho. Percebeu que algo dentro de você ficou mais leve?”. Nós testamos e percebemos.

7. Avalie todos os lados de uma situação. Terminou com o parceiro ou brigou com a amiga? Talvez seja hora de rever quais pessoas são necessárias na sua vida. “A pessoa positiva tem uma atitude racional diante da vida. No fundo, como acredita que tudo é bom, ela foca no lado afirmativo das oportunidades que a vida oferece”, conta Teresa.

8. Cultive relacionamentos enriquecedores com pessoas edificantes. Também não tenha receio de cortar aquelas pessoas que fazem mal do seu convívio. “Somos estações receptoras e transmissoras. Têm pessoas que exalam coisas boas e nos fazem querer ficar perto. Por outro lado, tem gente que você mal senta perto e já quer sair. Cultivar a relação com quem nos faz bem é necessário para a saúde mental”, explica a life coach.


9. Desconectar-se um pouco dos problemas é importante para manter uma atitude positiva. Desligue o computador ou a televisão e vá dar uma volta no quarteirão, apreciando os sons ao redor. “É difícil ser positivo em um mundo em que somos bombardeados com informações negativas”, comenta Teresa.

10. Cuidado com o ambiente que você cria, tanto para seus amigos quanto para a sua família. O terapeuta Fábio Mocci explica que o ambiente influencia a maneira como a pessoa encara a vida, principalmente a forma de criação. “O contexto familiar em que você está envolvido pesa muito. Se a pessoa tem pais opressores, pode se tornar uma pessimista”. Por isso, perceba se seu pessimismo é “herdado” e livre-se dele. E procure sempre criar um ambiente harmonioso ao seu redor.

11. Diga ‘sim’ para novas oportunidades. Seja uma pessoa mais aberta aos acontecimentos não planejados. Muitas coisas boas podem vir de lugares que você nem esperava e mergulhar no desconhecido costuma expandir suas visões de mundo.

12. Não tome decisões em situações de emoção extrema, seja de raiva ou felicidade. Na euforia, muitas vezes dizemos coisas que podemos nos arrepender depois, o que acaba criando uma situação desconfortável para todos. Uma pessoa positiva é, antes de tudo, racional e consciente de suas próprias ações. Na dúvida, clareie a mente, respire fundo e conte até 10.

13. Preste atenção não só ao que você fala, mas em como fala. Uma técnica interessante é sempre se questionar a quem a informação trará benefício. “Não adianta querer ser positivo se ficar falando mal dos outros”, exemplifica André.

14. Gaste seu tempo com experiências em vez de bens. O aprendizado das vivências é significativo para o resto da vida. “Um dos benefícios é sentir-se bem. Cada pensamento e ação produz uma descarga bioquímica que faz as pessoas experimentarem sensações diferentes a cada nova experiência”, conta Teresa Guimarães.

15. Faça uma limpeza interna. Não guardar mágoas e perdoar falhas são maneiras de começar esse processo. “A ‘ecologia interna’ faz com que haja uma reciclagem dos pensamentos ruins, e os reelabora internamente para devolver para o ambiente de maneira mais suave, mais agradável e condizente com a nossa identidade”, diz a coach.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"A Arte da Guerra"

O livro  ensina aos administradores modernos

Lida e relida exaustivamente, essa obra milenar continua atual e é uma base interessantíssima para todo administrador na hora de traçar estratégias.


O livro "A Arte da Guerra", do filósofo e general estrategista Sun Tzu, foi escrito cerca de 500 anos a.C. Dividida em 13 capítulos, a obra mostra diversas maneiras de encarar conflitos, enfrentar inimigos, atacar a fraqueza do adversário evitando a força, além de estratégias, planejamento etc.

Nos fundamentos de Sun Tzu, está a compreensão de que o conflito é parte inexorável da vida humana, devendo ele ser bem administrado para que não traga sérias consequências. Abordando as diversas estratégias que fazem um exército vencer, Sun Tzu fala da cautela que se deve ter antes de entrar em uma guerra, visto que nela são determinados a vida ou morte.

Como evitar o fracasso


Trazendo isso para as empresas, nota-se que é indispensável o conhecimento da empresa concorrente antes de competir, pois assim como um mau planejamento conduz o exército à desgraça, conduz a empresa à falência.

Para que isso não aconteça, um bom administrador deve sempre recorrer a estratégias, pesquisas, conhecer os pontos fortes e fracos do concorrente, para com isso buscar soluções eficazes para driblar todo e qualquer problema que possa afetar negativamente a  empresa.

Na guerra, o objetivo principal é a vitória e, para que isso aconteça, é salutar que seja ágil, pois com a vitória, o líder obtém respeito e confiabilidade, cabendo aos administradores estar atentos às oportunidades que o mercado tem a oferecer, observar os fatores de sucesso da empresa e potencializá-los, levando a empresa a obter destaque e vantagem competitiva.

No que diz respeito às propagandas, o autor alerta sobre a questão da campanha demorada que o exército faz, dizendo assim que, com a demora, o estado acaba os recursos. Por isso, a empresa deve fazer campanhas publicitárias que definem o produto com clareza e rapidez, evitando, com isso, o esquecimento  da empresa e garantindo o alcance dos  objetivos traçados.

Assim como o comandante de uma guerra, o administrador deve traçar metas que diferenciam a empresa das outras, garantir a qualidade, o prestígio, ser eticamente responsável, buscar conquistar seus clientes, garantindo a preferência e a durabilidade da empresa.
FONTE://www.administradores.com.br/

A arte da guerra por Sun Tzu

http://youtu.be/f21Lo-jVzLQ

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

6 formas para fazer seu cliente se apaixonar por sua marca



Criar uma imagem forte, bem cuidada, e produzir conteúdo de qualidade são alguns dos passos para cativar seus consumidores
Amor; Paixão (Foto: Thinkstock)


Como em um relacionamento de verdade, uma paixão entre empresa e cliente depende muito mais do que apenas o primeiro encontro. Hoje em dia, não basta que alguém conheça sua marca. Ela precisa ser forte e encontrar uma forma de estar presente no dia a dia dos consumidores.

Por trás da construção dessa paixão, há um forte trabalho de branding, que se apoia muito na intimidade, velocidade e amplitude das mídias sociais. A empresa australiana de design de marcas One Deep Design criou um infográfico que mostra alguns dados sobre a importância de um trabalho como esse.

Reunindo esse monte de números, a empresa listou seis formas para fazer seus clientes se apaixonarem pela sua marca. Depois da lista, você encontra o gráfico original, em inglês, com as fontes de todos os dados.

1. Ofereça um atendimento de primeira
Não adianta ser medíocre: sua empresa precisa tratar seu cliente da melhor forma possível. Para 73% dos consumidores, o atendimento amigável determina o amor por uma marca. E não pense que os custos serão um problema: 55% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência de consumo melhor. O mais importante é lembrar que 89% deles pararam de fazer negócios com empresas que os trataram mal.

2. Dê um tapa no visual
Sim, os consumidores julgam as marcas pela capa – ou melhor, por seus sites. Este é o primeiro critério para definir a credibilidade de uma empresa para 46% das pessoas. Além disso, 90% das compras são feitas baseadas em fatores visuais.

3. Crie conteúdo de sustância
Conteúdo de qualidade é o terceiro principal motivo para pessoas seguirem empresas nas mídias sociais. As publicações e a proximidade de cada marca com seus clientes por meio dessas ferramentas também ajuda na hora de determinar uma compra: 67% dos usuários do Twitter, por exemplo, estão mais inclinados a comprar de marcas que eles seguem.

4. Abuse das emoções
Criar uma marca forte pode envolver vários passos virtuais. Isso não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Explore as emoções em cada estratégia para se conectar de forma mais humana com seus clientes. As emoções são a base para 75% das experiências de consumo.

5. Fique de olho no seu histórico e surpreenda
Três de cada quatro consumidores gastam mais com marcas com as quais tiveram experiências positivas anteriores. Fique de olho para não escorregar e mantenha um histórico do que a empresa já realizou de positivo. E sempre que tudo parecer rotineiro, surpreenda seus clientes fieis com algo novo.

6. Escute – mesmo – seus clientes
Não adianta ter diversos canais de comunicação com seus consumidores e não usar as opiniões deles para melhorar sua empresa de alguma forma. Aproveite aquelas que são interessantes e divulgue as críticas construtivas – positivas ou negativas. Adicionar depoimentos de clientes no site de uma empresa pode aumentar as vendas em até 250%.
FONTE: Rafael Farias Teixeira

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os indicadores básicos que todo representante de vendas precisa monitorar




Como sua empresa rastreia os indicadores-chave de desempenho?
 O processo é eficiente e compreendido por todos os empregados, incluindo 
as equipes de marketing e vendas?


Se uma parte do seu trabalho diário inclui se envolver ou trabalhar diretamente com vendedores, então você sabe como as coisas ficam agitadas para estes profissionais ao final de cada trimestre ou ano – muito estresse e ansiedade para fechar negócios e atingir as metas. Pode ser, porém, uma época animada, principalmente se os dominós estiverem caindo a favor de sua empresa e se sua equipe de venda estiver “mandando muito bem”.

Independente do resultado é possível concordar que a pressão para alcançar metas é real e o efeito negativo que isso pode ter, em um vendedor, pode ser enorme.

Uma pequena dose de estresse saudável pode funcionar a seu favor, mas em excesso pode desestabilizar até o vendedor mais “durão”. É importante que estes profissionais descubram maneiras de entender melhor seu próprio desempenho para fazer mudanças que reduzirão a tensão deste período, daí em diante.

Uma boa auto-avaliação e o feedback de pessoas mais experientes são sempre ótimas ferramentas, sendo que os melhores vendedores devolvem a “pressão” para as empresas, respondendo na mesma proporção do tipo e quantidade de apoio que estão recebendo. Sou a favor da introspecção, mas é importante, portanto, que toda empresa esteja aberta para avaliar o quão bem elas apoiam os seus profissionais.

Marketing para gerar melhores resultados

Considero uma triste realidade que exista uma polaridade entre vendas e marketing. Em muitas empresas esta polaridade não permite que haja um diálogo saudável sobre as métricas – especialmente conversas sobre os resultados das campanhas executadas pela equipe de marketing para apoiar a equipe de vendas. Isso impede, por exemplo, que o departamento de vendas faça perguntas como:

  •  Em situações nas quais uma equipe de telequalificação está envolvida quão efetivos foram seus esforços?


Preview
Atualmente é muito comum as empresas possuírem uma grande presença de Inbound Marketing e uma equipe de telequalificação dentro da função de marketing que dê continuidade às leads inbounds recebidas. Em um cenário ideal, as leads de Inbound Marketing, junto com a qualificação de lead, tais comoteleprospecting, criam um forte sistema de captação de vendas para equipes externas. Agora imagine se pudéssemos juntar marketing e vendas na mesma equipe?

Os vendedores podem conduzir esta discussão ao pedir para a equipe de telequalificação algumas métricas outbound muito básicas. Essas métricas darão uma noção sobre como o marketing está se saindo em cada estágio do funil e a frequência que se está realmente levando leads qualificados para a reserva. É um ótimo ponto de partida para engajar o marketing numa discussão saudável ao redor do seu apoio das vendas.

Indicadores-chave de desempenho (ICD’s) que os vendedores deveriam monitorar

1) Taxa de alcance: Você está tendo conversas suficientemente significativas?

A taxa de alcance pode ser definida como a porcentagem total de atividades outbound que resultam em uma conversa significativa com um tomador de decisão, na qual pelo menos uma informação crítica é coletada.

Objetivo da taxa de alcance: 15%

Espera-se que um ótimo representante de captação de venda tenha um mínimo de 15 conversas significativas para cada 100 atividades outbound nas quais ele se envolve. A fim de ajudar a melhorar este número deve-se olhar primeiramente a lista de leads de amostra do seu território.

As leads estão sendo visadas no seu ponto ideal e no nível correto? Ninguém conhece melhor o perfil do cliente ideal do que as pessoas que vendem para uma empresa. Os vendedores devem isso ao marketing para compartilhar suas ideias sobre esta questão. Muitas vezes, ajustar corretamente o perfil de uma lead faz toda a diferença.

2) Taxa de aprovação: Você consegue qualificar e concluir todas as conversas significativas?

A taxa de aprovação é a porcentagem de conversas significativas que se tornam completamente qualificadas para um vendedor. Uma lead completamente qualificada deve conter informações mutualmente acordadas e conter também todas as informações que um vendedor precisaria para fazer uma ligação de sondagem eficaz.

Objetivo da Taxa de Aprovação: 10%

Um representante de telequalificação experiente vai qualificar e aprovar 10 entre 100 conversas significativas que eles possuem. Esse representante deve inicialmente olhar para um resumo detalhado de anotações de conversas de qualidade a fim de melhorar essa taxa.

Os vendedores invariavelmente veem coisas nas anotações que um gerente pode não ver. Descobrimos que uma das maiores fontes de treinamento e melhorias para nossas equipes é compartilhar nossas anotações de conversas com os vendedores. É uma excelente maneira de ter treinamento em tempo real e uma fonte enorme de informações para o que pode estar causando os baixos padrões de taxa de aprovação.

3) Taxa Pipe: Suas leads viram uma previsão de venda?

A taxa pipe é a porcentagem de leads completamente qualificadas que viram previsão de venda. Para que uma lead acabe se tornando pipe, a ligação tem que acontecer, as informações têm que ser validadas (pela equipe de vendas) e o vendedor deve ter um próximo passo lógico no processo de vendas.

Objetivo da Taxa Pipe: 80%

As melhores equipes de telequalificação verão 80% das suas leads aparecerem na previsão de vendas. Para melhorar essa cifra terão que verificar as taxas de no-show antes de qualquer coisa.

Uma das grandes causas de uma taxa pipe baixa são os no-shows. Os no-shows matam os números, devido também ao fato de que eles raramente remarcam a ligação, potencializando o problema.

Os vendedores devem trabalhar pró - ativamente com o marketing para estabelecer um processo formal que envolve o representante de telequalificação agendando a reunião entre vendedores e futuros clientes, lidando, ainda, com quaisquer reagendamentos. A equipe de venda deve se comprometer a ter um calendário atualizado e nunca faltar a um compromisso com uma lead. Quatro em cinco leads reagendadas devido a uma mudança de horário feita pelo vendedor nunca mais aparecem.

Abordagem pró-ativa necessária para os vendedores

Os vendedores não devem esperar para ver o que o marketing vai fazer para eles. Em vez disso, é importante que se envolvam em um diálogo saudável com a equipe de marketing para entender como está seu desempenho nesses três ICDs, oferecendo tempo e sabedoria para ajudar a melhorar o processo e os números.

No fim das contas, alcançar as metas é um esforço conjunto. Está no melhor interesse da equipe de vendas ter uma abordagem positiva e que agregue valores, fugindo da tática clássica “espere-para-jogar-a-culpa”, que muitos de nós já vimos por aí.


 FONTE: Paul Rios 

Hubspot

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Aprenda a negociar com os Tubaroes

Com um olfato aguçado e visão periférica, os tubarões são uma máquina de caça completa. Eles sentem o cheiro de sangue e sabem a hora de atacar. Perto deles, humanos se tornam frágeis e indefesos. Entretanto, não é preciso ir até o mar para encontrar essas criaturas temidas e fascinantes, já que o universo corporativo também está repleto desses predadores. “Os negociadores tubarões”, como são chamados pelo autor Jorge Menezes no livro “Aprenda a negociar com tubarões”, geralmente ocupam altos cargos nas companhias e costumam deixar um rastro de sangue por onde passam.

Para evitar que esses negociadores façam novas vítimas, Menezes elencou algumas estratégias de “sobrevivência”. “Esta espécie de negociador já deixou mais vítimas em sua carreira do que muitos tubarões nos oceanos. O pior é que está cada vez mais difícil identificar esses tubarões corporativos, pois eles já evoluíram e refinaram suas técnicas de abordagem a tal ponto que muitas das vezes só percebemos seu ataque quando já é tarde demais”, afirma o autor.

Veja abaixo sete maneiras de negociar com tubarões:


1) Técnica do Cavalo de Troia

A história de como os troianos foram derrotados pelos gregos já é bem conhecida. Durante a guerra de Troia, os exércitos da Grécia tentavam invadir a cidade oponente. Sem sucesso, eles criaram um cavalo que seria um “pedido de paz”, mas que na verdade escondia milhares de soldados dispostos a massacrar Troia. Menezes adapta esta história ao contexto das negociações afirmando que é preciso disfarçar nossas verdadeiras intenções. Manter nossos objetivos em segredo o maior tempo possível dificulta as estratégias desse tipo de negociador.

 2) Tática de criar valor com a escassez

O autor destaca a importância de valorizar cada concessão que você fizer. Para ele, é preciso deixar o tubarão com a sensação de que ele conseguiu extrair algo muito valioso na negociação. Nesse sentido, ele cita o “Ciclo das Oportunidades” – que explica os períodos de escassez e abundância do ser humano – quem estiver passando por períodos de escassez deve valorizar muito cada concessão e explorar a vaidade dos tubarões.

3) Tática da imprevisibilidade

Menezes ressalta mais uma vez a importância de surpreender os negociadores. Aqui, ele aconselha a ser moderado com as suas palavras, evitando expor mais que o necessário. “A previsibilidade
nos torna um alvo mais fácil de alvejar do que um alvo em constante movimento. É por este motivo que a tática da imprevisibilidade se mostra tão eficaz”, afirma o livro.

3)  Tática do caçador

Ao negociar com tubarões, seja também um caçador. O livro explica que podemos incorporar ao universo corporativo técnicas de caça aos lobos. Para capturar esses animais, os profissionais estudam seus hábitos e a rotina. Conhecendo o comportamento, podemos nos aproximar da maneira mais favorável possível.

4) Tática da valorização da presença

Quando estamos muito disponíveis, passamos a imagem de que precisamos mais dos nossos oponentes que eles de nós. Por isso, o autor aconselha que você não permita que as pessoas se acostumem tanto com a sua presença. Sua agenda deve ser algo especial e deve passar uma mensagem de que você tem muito a oferecer às pessoas.

5) Tática da máscara de lebre

“Vista-se como uma lebre para matar o tigre”. Essa expressão milenar chinesa lembrada pelo livro aconselha aos negociadores que eles se mostrem inofensivos diante de seus oponentes, para que assim eles mostrem seu verdadeiro caráter. “Quando nossos oponentes acreditam que não representamos um perigo real, relaxam a guarda e deixam suas defesas desprotegidas”, conclui o autor.

6)   Tática do vazio emocional

“Todos nós temos vazios emocionais que desejamos preencher. Quando preenchemos o vazio do oponente, damos a ele uma sensação de satisfação e felicidade”, afirma o livro.  De acordo com o autor, essa tática joga com o comportamento humano e suas carências. Procure conhecer as necessidades dos seus opositores.

7)  Tática do camaleão

Para negociarmos bem, muitas vezes precisamos camuflar nossas habilidades. Isso confunde o tubarão, que, por sua vez, pensa que está no comando da situação. O camaleão se confunde com o meio ambiente para fugir de certos predadores e você pode adaptar essa característica na sua carreira
Autor: Jorge Menezes
Editora: Alta Books.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Entenda como funciona o Coaching




Utilizando diversas técnicas e ferramentas, o Coaching se trata de um mix de recursos que funcionam em ciências do comportamento, esportes, administração de empresas, gestão de recursos de humanos, planejamento estratégico e outros.

Esse processo, capaz de gerar mudanças positivas e permanentes, é conduzido de modo confidencial, podendo ser individual ou em grupo. Se trata de uma oportunidade única onde o indivíduo pode visualizar, de maneira clara e precisa, pontos individuais, aumento de confiança e quebra de barreiras limitantes para que possa se conhecer a fundo e alcançar o potencial máximo através da conquista de metas pessoais.


O Coaching é uma metodologia onde duas pessoas fazem um pacto em uma parceria, um se disponibiliza para ouvir o outro na essência, ajudar, guiar, apoiar e é esta ligação que gera resultados extraordinários em um curto espaço detempo. É um processo de aprendizado e desenvolvimento de habilidades comportamentais, psicológicas e emocionais focado na conquista de objetivos e obtenção de resultados.

“Coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano onde se cria um contexto transformacional para o alcance de um estado desejado”.
O trabalho se inicia com a definição de metas e objetivos que o cliente almeja, depois é feito uma análise de tudo que contribui ou impede de alcançar tudo que o indivíduo deseja. O profissional de Coach também avalia as forças e fraquezas de seu Coachee.
Ter conhecimento dessas informações facilita na hora de definir as fases do plano de ação, com prazos determinados, recursos necessários e comprometimento por parte do cliente diante do desafio.

O objetivo é maximizar os resultados através de uma abordagem de desenvolvimento humano e profissional, tendo por base a otimização de seus recursos técnicos e emocionais.


O Coaching é uma medida inovadora para o desenvolvimento humano que leva pessoas a alcançarem sucesso e grandes resultados e qualquer contexto de suas vidas.

Fonte: Jose Roberto Marques

sábado, 7 de dezembro de 2013

Inteligência emocional no trabalho


Você conhece ou utiliza a sua inteligência emocional?

O que é inteligência emocional? 

O mundo corporativo carrega a máxima de que os profissionais são contratados, geralmente, por seus conhecimentos técnicos, mas demitidos por problemas comportamentais. Muitas vezes, a falta de sensibilidade de se relacionar com os outros e não saber lidar com situações de desconforto prejudicam a imagem e o desempenho do indivíduo. Neste contexto, o desenvolvimento da inteligência emocional no trabalho pode ser um grande aliado.

A inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções para alcançar objetivos. A partir desta definição, é possível entender porque as pessoas devem saber lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações em prol do êxito nas atividades. Esta competência, que cada vez mais tem o papel de diferenciar os profissionais, permite desenvolver um ambiente harmonioso e, ao mesmo tempo, ser produtivo em ideias e resultados.
O ser humano, por sua natureza, tem predisposição a realizar ações em cima de suas emoções e a IE está ligada a ser uma pessoa prudente, intuitiva e racional. Ela faz parte de um equilíbrio e diante de ações, permite ser sensato e buscar a melhor solução. As prerrogativas de ter a inteligência emocional bem equilibrada é a sabedoria nas tomadas de decisão, ter a tranquilidade e discernimento para buscar as melhores estratégias.
Saber agir emocionalmente com inteligência pode trazer diversas vantagens no dia a dia e na carreira. Rápidas promoções, trazer resultados efetivos para a equipe e para a empresa, ampliação da rede de relacionamentos e aprendizado com maior facilidade são alguns dos benefícios quando o profissional desenvolve esta competência. “Quando o profissional se encontra balanceado, consegue ver as ‘coisas de cima’ e se torna visionário porque sabe negociar, desenvolve aguçada intuição e escuta mais seus líderes e pares”, explica Priscila Soares, gerente de Recursos Humanos da Trevisan Outsourcing. De acordo com Priscila, caso esta competência não seja bem trabalhada, o profissional acaba não aplicando a melhor solução, pois as emoções têm o poder de influenciar raciocínios. “Isso acarreta a perda de pessoas nas corporações e grandes prejuízos financeiros”, comenta.
Carreira
A experiência na profissão tem pouca relação com o domínio da competência. O tempo e maturidade ajudam a desenvolver certas habilidades com maior precisão, mas não significa que alguém com mais idade tenha a inteligência emocional mais desenvolvida do que um jovem profissional, pois isto depende também de fatores sociais. “A chamada Geração Y é tida como a mais ativa dentre o meio empresarial e possui um poder de iniciativa muito alto. Entretanto, a inteligência emocional deve ser desenvolvida entre todas as camadas de idade das organizações”, aponta Carlos Cruz, Coach e Diretor da UP Treinamentos & Consultoria. Para ele, as empresas valorizam profissionais que geram resultados e, para atingir metas, as pessoas são fundamentais. “As que possuem um maior equilíbrio emocional em prol de objetivos e maior produção ganham destaque no mercado”, indica.
O Recursos Humanos é o facilitador de todos os departamentos de uma organização e compete ao RH, na hora de uma avaliação ou feedback, instigar os profissionais a tomar decisões inteligentes e ações inovadoras. Hoje, em um mundo corporativo extremamente imediatista, a capacidade de influenciar positivamente outros profissionais é muito valorizado e, a partir de treinamentos, os RHs têm esse compromisso.
Áreas e situações
Por se tratar de uma competência comportamental, todos os campos de atuação requerem a inteligência emocional, mas existem ofícios e atividades da rotina que a expõem de uma forma mais latente. Pessoas com cargos de liderança, por exemplo, necessitam de muitas técnicas para agir de maneira harmoniosa no dia a dia. Assim como profissionais com muita tecnicidade, pois são muito detalhistas em suas atividades. Geralmente, os que lidam e dependem de pessoas, como, por exemplo, os da área comercial, devem usar muito a inteligência emocional, pois a partir disto conseguem conquistar clientes.
“Um bombeiro ou um policial precisam de um grande desenvolvimento na inteligência emocional, pois lidam com situações extremas. Nas corporações, cargos de liderança, principalmente, necessitam desta competência desenvolta, pois depende do próprio resultado para sobreviver no mercado, mas também precisa passar motivação para a equipe”, observa Carlos Cruz.
Quando o profissional é colocado a prova, acaba se expondo e tendo que lidar com situações desafiadoras. Obviamente, em situações e ambientes mais cômodos, a tendência de não ter que utilizar a competência com mais afinco é maior.



Fonte: O que é inteligência emocional? | Portal Carreira & Sucesso 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Use seu email corporativo de maneira eficiente.


Os e-mails são importantes ferramentas de trabalho e, por isso,

  manter  sua caixa organizada é fundamental 

para executar  suas atividades de forma eficiente.

Uma caixa de e-mails ordenada facilita a visualização de mensagens importantes, permite excluir o que não é relevante e evita erros.
Para ajudar a usar seu email corporativo de maneira eficaz, confira algumas dicas:
Verifique seus emails diariamente
Ao chegar ao trabalho, verifique seus e-mails e responda-os antes de fazer qualquer atividade.
Isso ajudará a identificar quais atividades são prioridade além de evitar que você deixe mensagens importantes passarem despercebidas em meio a tantos e-mails misturados.
Arquive suas mensagens





Outra dica importante é arquivar seus e-mails. O Gmail, por exemplo, oferece a opção de criar pastas que facilitam o tagueamento e separação de mensagens.
Os marcadores e submarcadores ajudam a organizar melhor sua rotina, além de auxiliar a separar e-mails importantes e simplifica a procura de mensagens antigas.
Atenção ao redigir um email
É importante lembrar que um e-mail dentro do ambiente organizacional é um documento importante e tudo o que for redigido ficará registrado. Por isso, evite o uso de seu email corporativo para assuntos pessoais.
Quando for redigir uma nova mensagem, procure escrever o assunto de maneira clara e objetiva, use saudações que demonstram respeito como “prezado, bom dia”, “atenciosamente”, entre outras e seja conciso. E-mails extensos demais podem deixar de ser atrativos aos olhos do leitor.
Se realmente precisar escrever um texto mais longo, procure utilizar os marcadores de tópicos que ajudam na organização de ideias e facilitam a leitura.
Insira os destinatários somente quando terminar de redigir seu email, isso evitará que a mensagem seja enviada sem conclusão.
Aproveite as dicas e bom trabalho.
Fonte: IBC


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Por que seu currículo já não vale mais nada!


Com a capacidade que todos nós temos de gerar conteúdo relevante na web, cada vez mais o currículo, em seu formato tradicional, perderá espaço.


Você sabia que seu currículo tem cada vez menos valor nesse novo cenário dominado pela internet e pelos meios digitais? Pelo menos, o currículo em seu formato tradicional. 

"Como assim?", você deve estar pensando. 


Leonardo da Vinci redigiu o primeiro currículo profissional da história em 1482. De lá pra cá a verdade é que o currículo não mudou muito desde que foi inventado. As folhas de papel ou os modelos existentes hoje na web não refletem nosso mundo altamente digital. 


Em que o seu currículo difere dos demais? Você pode estar pensando que o que importa realmente é o conteúdo do currículo e não possíveis diferentes formatos. Tem razão. No entanto, não faz sentido olharmos um pouco além de uma folha de papel ou um simples preenchimento de dados pessoais, educação, objetivos e experiências? Quero que você pense um pouco fora da caixa por um momento e veja o universo de possibilidades que você tem para fazer algo diferente na internet. 

Os recrutadores "escaneiam" centenas de currículos diariamente buscando pessoas diferenciadas para trazer valor às suas empresas, colaboradores e clientes. Além de sua formação e experiências profissionais, o que você tem feito para se destacar e ter a chance de apresentar suas ideias e habilidades?

Já pensou em fazer uma carta de apresentação em vídeo, por exemplo? Sim, grave um vídeo (curto) falando um pouco mais sobre você e o que pode oferecer e contribuir para a vaga que está buscando. Não é necessário um estúdio e câmeras profissionais, você mesmo pode gravar um vídeo de seu smartphone. Depois de finalizar, faça o upload no Youtube e pronto! Você já está inovando na forma de se mostrar ao mundo. Use a criatividade, pense na vaga ou na empresa em que você mostrará esse vídeo (pode ser para várias empresas), mas capriche no texto e mostre o porquê você deveria ser contratado.


Tenha um perfil completo no Linkedin. As redes sociais são cada vez mais utilizadas por recrutadores e sem dúvida o Linkedin é a primeira rede social a ser analisada. Se você ainda não tem um perfil lá, faça-o agora mesmo e aproveite para entrar em contato com outros profissionais e empresas. Além disso, essa rede social pode lhe trazer maior visibilidade na internet, uma vez que o Google e outros mecanismos de busca tendem a trazer esses resultados em suas primeiras páginas ao digitar o nome de uma pessoa.


Faça uma apresentação pessoal no Slideshare ou no Prezi. O Slideshare e o Prezi são duas ferramentas fantásticas para inovar na maneira de apresentar seu currículo. O Slideshare é uma apresentação na forma de slides que fica disponível na web e também irá lhe ajudar a ganhar maior visibilidade online. Capriche no layout e faça diferente! O Prezi é uma ferramenta inovadora na forma de apresentação, muito mais interativo e dinâmico. Vale a pena conhecer e verificar se faz sentido se apresentar por lá (de acordo com sua área e objetivos profissionais), pois a ferramenta é muito interessante!


Que tal ter um blog ou site pessoal e postar por lá textos, vídeos ou áudios que façam sentido ao seu mercado e que chamem a atenção de pessoas importantes para você (sejam elas recrutadores, empresários, parceiros de trabalho ou até clientes)? 


Atualmente é muito simples montar seu blog ou site pessoal, existem tutoriais na internet completos para isso. É claro que haverá outras estratégias após lançá-lo, mas que tal começar? Dê o primeiro passo agora! 


E você? Quais outros formatos poderia utilizar para inovar na forma de se apresentar ao mercado? Existem centenas de outras maneiras. Tenho certeza de que você poderá fazer mais do que apenas utilizar o velho e ultrapassado currículo. É claro que o conteúdo de seu currículo deve chamar a atenção dos recrutadores também, mas ao inovar na forma, você tem mais chances de sair na frente. 



Fonte: administradores -Daniel Dal'laqua



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Dicas simples para se organizar no trabalho.



Você se considera um profissional organizado? 

Consegue entregar suas atividades dentro do prazo estabelecido? Ou é daqueles que vive sem tempo para nada?
Conquistar um ambiente de trabalho organizado é fundamental para ter um dia a dia mais produtivo.
 A organização é uma competência profissional almejada por muitas empresas e, faz total diferença na carreira de um profissional.
Colaboradores organizados conseguem executar suas tarefas com excelência e produzem muito mais resultados.
Se você sente dificuldades em administrar seu tempo e rotina, confira algumas dicas que podem te ajudar:

Evite distrações
Conversas paralelas durante o expediente, o uso de redes sociais ou ligações pessoais, tudo isso tira a nossa concentração completamente. Evite as distrações e foque no que realmente é importante.
Se precisar, coloque seu celular no silencioso e utilize o intervalo para resolver assuntos pessoais ou interagir com seus colegas de trabalho.
Separe suas atividades
Uma dica simples para te ajudar a se organizar melhor é separar suas atividades entre importantes, urgentes e circunstanciais. Dessa forma, você conseguirá lidar melhor com os prazos e a prioridade de cada uma delas.
Crie uma rotina
Se você não tem esse hábito, procure criar uma rotina de atividades diárias. Ao chegar ao trabalho, por exemplo, responda e atualize seus emails, cheque o que é mais importante e crie uma lista de tarefas.
Use seu DIÁRIO DE BORDO 
Se você tem dificuldades em se lembrar das atividades que precisa executar devido à quantidade de informações que recebe diariamente, o ideal é fazer uso de uma agenda ou melhor seu diário de bordo.
Nela você pode marcar todos os seus compromissos, eventos, reuniões e trabalhos a serem entregues. Ou, se preferir, pode usar também a agenda do seu email. Assim, sempre que uma tarefa nova estiver pendente, você será notificado em sua caixa de entrada ajudando-o a se lembrar do que precisa ser feito.
Fonte:Equipe IBC Coaching

Carl Gustav Jung, psiquiatra e psicanalista suíço que fundou a psicologia analítica.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes


Esta é a Ana.

Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.
Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.
Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:

Ana está meio infeliz.

Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:
É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.
Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:
Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.
Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:
Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.
Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam, isso os deixou satisfeitos e otimistas.
Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.
Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.
Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:
GYPSYs são ferozmente ambiciosos
President1
O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.
Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e  também que a frase “realização profissional” está muito popular.
Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.
Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:
Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:
GYPSYs vivem uma ilusão
Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:
Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.
Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:
es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum
De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.
Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.
Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:
Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.
Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.
Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.
Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.
E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:
A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.
E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:
GYPSYs estão sendo atormentados
Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.
A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.
As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.
Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.
Aqui vão meus conselhos para Ana:
1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.
2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.
3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

sábado, 9 de novembro de 2013

Mulheres e Empreendedorismo: tudo a ver...

Já expliquei aqui o porque de as mulheres serem melhores investidoras que os homens, mas e em relação a gerir o seu próprio negócio? 

Não duvide da nossa força feminina, pois temos algumas habilidades que aumentam o nosso poder.

Women
  •  As mulheres tem maior facilidade de comunicação e inteligência social

A economia digital requer essas habilidades e as mulheres tem um domínio maior sobre isso do que os homens, segundo pesquisas. Uma rede de relacionamento (network) forte significa que elas terão mais recursos ao longo da vida do empreendimento.
Ao alavancar suas conexões elas não precisaram sempre conhecer pessoas novas para renovar a sua roda de relacionamentos e também aprenderão as coisas de maneira mais fácil.
  •  As companhias que são de mulheres tendem a oferecem benefícios para a família e os amigos

Isso inclui algumas regalias como compartilhamento de trabalho e licença de trabalho. As mulheres, no geral, são mais flexíveis e compreensivas que os homens. Outro ponto importante é que a maneira amigável de trabalhar das mulheres aumenta a moral dos funcionários proporcionando maior produtividade, menor taxa de turnover (trocas de funcionários) e de absenteísmo nas empresas.
  •  As mulheres também são boas ouvintes.

Um estudo revelou que a inteligência coletiva de um grupo aumenta quando tem mais mulheres. O motivo para isso é que somos mais mente abertas e menos autoritárias.
  •  As mulheres abrem suas empresas para melhor balancear a sua vida profissional com a pessoal.

A riqueza não é o foco principal das mulheres, por isso a maioria dos negócios permanecem pequenos. Porém, há exceções como a Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Martha Stewart, Chieko Aoki (Rede Blue Tree) e Lillian Vernon.
  •  As mulheres são colaborativas.

As mulheres trabalham bem juntas desde o começo das empresas femininas, seja dividindo tarefas na cozinha, na plantação ou no cuidado dos animais.
fonte: bolsa carteira

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Treinamento e Desenvolvimento de pessoas no ambiente organizacional.

Este artigo apresenta estudos sobre treinamento e desenvolvimento de pessoas no ambiente organizacional, seu histórico e evolução, sua aplicabilidade nas empresas. 
Retrata a importância e vantagens competitivas às organizações. Um reflexo trazido aos colaboradores como um diferencial.

A atualização das empresas tornou-se imprescindível para deixá-la à frente de seus concorrentes, assim nesse mundo de disputas acirradas, onde vantagens tornam-se um diferencial, seus colaboradores tornam-se fundamentais para esse processo evolutivo e transformador.

O indivíduo é essencial para a realização das tarefas e cumprimento de prazos e metas, independentemente se for funcionário de uma empresa com diversos aparatos tecnológicos ou não, as pessoas são fundamentais para que esse trabalho seja concluído. A frente de qualquer máquina está o homem, ele é capaz de pensar e desenvolver soluções que elas não podem fornecer às empresas, com isso o investimento feito para capacitação e qualificação de seus funcionários dá-se necessário para o próprio crescimento organizacional.

O meio mais comum para qualificação e evolução dos funcionários nas organizações é através de treinamentos, segundo Marras (2009, p. 145)
"Treinamento é um processo de assimilação cultural a curto prazo, que objetiva repassar ou reciclar conhecimentos, habilidades ou atitudes relacionados diretamente a execução de tarefas ou à sua otimização no trabalho",
É uma ferramenta utilizada para transmitir conhecimento técnico e conceitual de um determinado bem ou serviço desenvolvido pela organização. Algumas empresas ministram o treinamento por profissionais adequados que possuem o devido conhecimento e preparo para transmiti-los a seus empregados.
O intuito principal é fazer com que seus funcionários possam depreender e pôr em prática todo o treinamento ministrado em seu cotidiano.

O desenvolvimento do colaborador na empresa é fundamental para o alcance de resultados positivos, não somente para a empresa, mas para a carreira profissional, e até mesmo, pessoal de cada indivíduo. A obtenção de conhecimento, habilidades e atitudes, conhecidos como CHA, segundo Marras (2009), é um conjunto de qualidades oferecidas pelo homem, que podem ser aprimoradas com treinamentos e práticas, cada uma baseada em suas experiências.
Segundo Mattos (1992), o treinamento possui três momentos evolutivos nas indústrias.
No primeiro momento, o empregado é visto como mais uma ferramenta industrial, onde não era posto como prioritário o seu desenvolvimento, ou seja, não possuía planejamento para treinamentos, as pessoas teriam que se adaptar a cultura da empresa, sem possuir desenvolvimento contínuo.

No segundo momento, a capacitação do indivíduo para melhoria de suas competências e habilidades era o foco, o funcionário possuía maior envolvimento e integração com a organização, porém este ainda era visto como um recurso produtivo, com a diferença de ser humano.

No terceiro momento, o entendimento do ser humano como um ser racional e emotivo, é tratado como ferramenta de estudo no terceiro modelo da gestão de treinamento, onde as empresas adotam treinamentos onde existe a preocupação com o indivíduo, como um ser complexo, com estruturas emocionais e morais.

O treinamento nas empresas tem por objetivo aperfeiçoar a atividade desenvolvida por um determinado departamento ou pessoa, aumentando o conhecimento do funcionário, deixando-o motivado, resultando no bom desenvolvimento de sua atividade e relacionamento.
A execução de treinamentos nas organizações reflete positivamente no desempenho de seus colaboradores, pois mostra a preocupação da empresa, não somente para desenvolver um bom trabalho, mas também a importância daquele trabalhador.

Para Tachizawa (2001), algumas empresas apontam o desenvolvimento profissional como um treinamento, organizando estratégias visando o ambiente interno que resulte em retorno monetário. Enquanto que o treinamento busca o desenvolvimento profissional, trabalhando as relações internas da organização, qualificando o funcionário, e modulando-o para se adequar à política da empresa.

Tachizawa (2001, p. 219) defende que "nenhuma organização consegue manter um bom nível de produtividade sem uma equipe de profissionais bem preparados", ou seja, o colaborador é a mente da empresa, que por sua vez é apenas um corpo que reflete o comportamento apresentado pelas pessoas que nela atuam.

Para alguns órgãos que ainda entendem o treinamento como um custo para a organização, afirma-se que sem pessoas qualificadas e preparadas para gerir qualquer processo resulta em perdas, sejam das financeira e/ou qualitativa. Com isso identifica-se que o treinamento influi diretamente nos resultados esperados para a organização.

Empregar treinamentos para o aperfeiçoamento de colaboradores e desenvolvimentos de habilidades é um dos pilares da área de gestão com pessoas, o treinamento bem aplicado pode proporcionar ao treinando auto-estima elevada, crença no investimento feito pela empresa para ele prosperar, com isso ele aplica o aprendizado à sua vida e em tarefas, de modo a proporcionar resultados positivos, um funcionário motivado.