terça-feira, 19 de maio de 2015

Imersão RH- COACHING & MENTORING

A Imersão em RH é uma conquista dos gestores de RH que participam das reuniões mensais no Sindi-Clube. Para essa segunda edição da Imersão, o tema escolhido foi Coaching/ Mentoring.
Coach e mentor são papéis que se assume para ajudar alguém a atingir um determinado resultado, criando uma relação de parceria que permite revelar o verdadeiro potencial das pessoas e melhorar substancialmente o resultado alcançado por elas.
O coach é responsável por ajudar a tomar melhores decisões, enquanto o mentor utiliza sua própria experiência para guiar e mostrar o que deve ser feito.
A técnica de mentoring vem crescendo e se difundindo muito rapidamente no meio empresarial e a prática correta pode auxiliar o crescimento e desenvolvimento do clube, pois permitirá unir a experiência do mentor com a força de vontade e desejo de aprender do orientando. Ou seja, é um processo de desenvolvimento humano.
Ainda por escolha dos RHs, a Imersão vai abordar conceitos das duas técnicas na parte da manhã e, na parte da tarde, práticas das principais ferramentas do coaching.


Facilitar o entendimento e a compreensão do processo de coaching no cotidiano, focando em técnicas e dicas práticas que auxiliem no desenvolvimento e aprimoramento das pessoas em seus relacionamentos profissionais.

A quem se destina:
Gestores de RH
Carga Horária:7 horas
Conteúdo:
Módulo da manhã

Objetivo:

Conceito e definição
 Conceito de mentoring
 Conceito de coaching
Princípios do Coaching
 O que não é coaching
 Diferença entre mentoring e coaching
 Coaching não é consultoria, terapia, aconselhamento, treinamento
 A responsabilidade do Coach
 Coaching vivendo o presente e projetando o futuro
 Os benefícios do processo de coaching
Módulo da tarde
Ferramentas de mapeamento do Coaching
 Ferramenta roda da vida
 Ferramenta feedback projetivo 360º
 Ferramenta de aceleraçãode resultados do coaching - diário de bordo





















quarta-feira, 6 de maio de 2015

Treinamento Gerencial Ótica Joá


Atividades e responsabilidades do Gerente;

Saber como alavancar vendas através da equipe;





  • Capacidade de lidar com conflitos; 
  • Habilidade em coordenar e monitorar tarefas;
  • Capacitação para controle de Desempenho quantitativo da Equipe de Vendas;
  • Elaboração de diagnósticos em relação a função do vendedor;
  • Ferramentas e técnicas de como recrutar selecionar e contratar uma equipe vencedora;
  • Dicas de motivação de equipe,
  • Elaboração de reuniões,
  • Comunicação mais produtiva com a Diretoria;
  • Organização e administração do tempo.






segunda-feira, 4 de maio de 2015

Curso de Etiqueta e aprendendo a receber!


A RS Casa e a Casa Bombril tem o prazer de convida-los a participar desse super curso em comemoração ao dia das mães...
Que tal aprendera montar um mesa no estilo de uma mãe romântica, ou mãe formal, mãe saudável, e mãe de todas as mães, no tipos de serviços à americana, à inglesa, à francesa, à brasileira ou mesmo uma mesa de café da manhã.
O curso terá duração de 3horas com os principais temas abordados: etiqueta à mesa, ordem e lugares à mesa, formal e informal, uso de talheres, guardanapos, conhecer taças e copos e todo o planejamento na arte de receber bem.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Já imaginou O Mundo sem som?

“AO BLOQUEAR UM CANAL SENSORIAL IMPORTANTE, NOS FORÇAMOS A USAR OUTROS
 PARA REALIZAR AS TAREFAS MAIS SIMPLES”
 SILÊNCIO INTERIOR

 Algumas formas de exercitar o cérebro para, entre outros benefícios, aumentar a capacidade mental e prevenir a perda da memória.
 Experimentar o silêncio nas tarefas do dia a dia é mais um desses exercícios poderosos. 
Comece usando tampões nas orelhas no próximo café da manhã com sua família.
Seu companheiro já reclamou que você não ouve com atenção o que ele ou ela diz? Ou que você escuta tudo pela metade? Muito provavelmente isso é pura verdade.
Corremos contra o tempo para acordar cedo, nos vestir, tomar café da manhã e chegar na hora no trabalho após enfrentar um trânsito infernal. 
No turbilhão da rotina matinal, nosso cérebro já está acostumado com tudo o que vai acontecer – que repetimos ao longo da vida ficam gravadas em nossas células. 
Seguindo esse conceito, apenas algumas palavras são sufi cientes para que você trate de adivinhar o resto da frase e se desconecte da conversa para dar atenção ao jornal, rádio ou qualquer outra coisa à sua volta.

Ao usar tampões nos ouvidos, bloqueamos um canal sensorial muito importante.
Essa novidade nos força a usar os outros sentidos para realizar tarefas simples como, por exemplo, perceber quando a torrada está pronta ou alcançar um pedaço de pão para a pessoa sentada do outro lado da mesa.
Lembre-se: a milenar filosofia indiana nos ensina que o esforço em demasia faz mal, é nefasto para o bem viver.
Assim, todas as novas ações que você está aprendendo nesta coluna devem ser inseridas no dia a dia com calma, sem sobrecarregá-lo.
A disciplina comedida é uma excelente aliada!
Aproveite essa dica para inserir em todas as suas ações o conceito do caminho do meio: devagar e sempre, fazendo menos e conquistando mais.

Dessa maneira, você será mais feliz!

                                                                                                        Fonte: Revista gol- Marcia De Luca 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

3 Dicas Poderosas para Construir Relacionamentos Significativo fundamentadas no Coaching

Como Construir Relações Significativas

A todo momento estamos trocando informações, histórias e experiências uns com os outros. Relacionar-se é uma necessidade básica do ser humano desde sempre.
Algumas pessoas possuem maior facilidade para se relacionarem do que outras, geralmente, suas maiores características são boa comunicação, capacidade de persuasão, influência e carisma.
As chamadas habilidades sociais são cada vez mais fundamentais e determinantes para se tornar bem sucedido tanto na vida pessoal quanto profissional. Sucesso este, advindo do equilíbrio e bem estar mental, físico e psicológico promovido por relacionamentos verdadeiros, construtivos, agregadores e duradouros.

Estudiosos do comportamento humano, buscam de diversas formas compreender os fatores necessários para que um indivíduo possa desenvolver e aprimorar-se referente aos relacionamentos. Um dos principais nomes que contribuíram significativamente neste universo é o psicólogo Daniel Goleman, autor do extraordinário best-seller Inteligência Emocional que aborda com maestria as habilidades relacionais do indivíduos para consigo e com a sociedade.

 3 Dicas Poderosas para Construir Relacionamentos Significativos
Para lidar com o ser humano não existem regras nem fórmulas, na verdade consiste na simplicidade. SER humano talvez seja a melhor definição para preencher sua vida com ótimas conexões.
Pratique sua humanidade!
Confira abaixo 3 dicas poderosas fundamentadas no Coaching:

  • Autoconhecimento

O primeiro passo para construir relações significativas é o autoconhecimento, antes mesmo de poder agregar com os outras pessoas é preciso que seja habilidoso consigo mesmo. Quanto mais você se conhece, mais você conhece o próximo, portanto seu domínio na arte de se relacionar e lidar com o outro se tornará um processo natural.

  • Ouvir na essência

O simples fato de pausar o que estiver fazendo e realmente prestar atenção no que o outro está dizendo a você causa um enorme impacto positivo para estabelecer relações consistentes.
Ouvir na essência significa compreender além das palavras, mas também o silêncio entre elas, é entender a linguagem verbal e não verbal, entonação da voz, volume, velocidade, e variações corporais, gestos, olhar, respiração.
Se interesse verdadeiramente pelas pessoas!


  • Suspender o julgamento

Cada pessoa possui uma visão de mundo, opiniões, gostos, preferências e formas de agir perante as situações da vida. E isso é ótimo, pois as diferenças nos proporciona crescimento e expansão de nosso repertório.  A diversidade nos enriquece e engrandece!
Para manter relações saudáveis, é preciso se colocar no lugar do outro, isso te ajudará a compreende-lo mesmo que suas posições sejam contrárias.
Honrar e respeitar a história do outro, este é um princípio básico.

Fonte  IBC

segunda-feira, 30 de março de 2015

CURSO DE ETIQUETA PAR JOVENS!



CURSO DE ETIQUETA E COMPORTAMENTO PARA JOVENS

Os principais temas abordados no curso são:
Boas maneiras
Palavras mágicas
Respeitar os mais velhos
Cumprimentos
Em casa
Receber os amigos
Na casa de amigos
Ao telefone, ao celular, whatsapp, redes sociais.
Lugares públicos
Ordem e higiene
Na escola
Respeitar os horários
Comer com  boas  maneiras  
Como portar-se à mesa *
Como arrumar a mesa
Talheres, pratos, copos e taças, guardanapo.
Atitudes à mesa
Praticar

"Regras de etiquetas, por mais que pareçam complicadas, foram criadas para facilitar a vida e a convivência entre as pessoas."
Hoje as meninas de 10 anos deram um show de etiqueta
Adicionar legenda

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Aprenda a Planejar, Preparar e Receber com Charme e Etiqueta!








Curso – “Aprenda a Receber com Etiqueta”
Planejar, Preparar e Receber com Charme e Etiqueta!

Dia:   24/02 (terça-feira)
Horário: 19hs as 22hs

As regras de boas maneiras, etiqueta á mesa não são privilégios de
determinada classe social.
Qualquer pessoa pode aprender e fazer delas uma ferramenta a seu favor.
Esse curso dará todas as informações e dicas necessárias para você receber
com muito charme

Duração- 3 hs/ aula

Investimento R$ 100,00 (cem reais)

Faça a sua reserva!



Luisa Campos
luisa@aromadearte.com.br
facebook.com/aromadearte
F: (11) 2537-8094 - 99977-2305

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

"Atendimento ao Associado: Regras para um bom atendimento".

Para oferecer o atendimento adequado, os Profissionais das áreas que mantém contato com o Associado precisam ter Consciência de Pontos de Fundamentos Como postura A Imagem transmitida, Percepção e comunicação.
O atendimento de Qualidade e Que vai diferenciar o clube da Concorrência, a Ponto de encantar o Associado e fidelizá-lo.
Esse é o foco do Curso presencial:
"Atendimento ao Associado: Regras para um bom atendimento".
O Curso,  terá Transmissão via Internet, é destinado a Profissionais Que atuam nas Centrais de atendimento e secretarias Sociais de Clubes, Bem Como aqueles Que, de Alguma forma, atuam Com Os Associados.



Andréa Mauro Ceneviva, Coach, consultora de etiqueta comportamental e social, desenvolve programas de treinamentos e palestra sobre atendimento a clientes, vendas, comportamento, atitudes, liderança, humanização, relações interpessoais e carreiras. Analista comportamental pelo IBC – Professional Self Coach. Por 22 anos foi diretora do Grupo Oruam.

 Diretora de Treinamentos da MMC – Consultoria de Negócios, empresa formada por consultores, coach  e analista comportamental com expertise em vendas e atendimento ao cliente.

Quando: 8 de abril, das 9h às 13h.
Tipo: Presencial e Internet
Carga Horária: 4 horas
Investimento:


Clubes filiados Ao Sindi-Clube R $ 180,00
Clubes NÃO filiados Ao Sindi-Clube: R $ 340,00

* APROVEITE um Promoção:Clubes filiados Ao Sindi-Clube: desconto de 20% nas Inscrições ate 30/03

Clubes NÃO filiados Ao Sindi-Clube: desconto de 15% nas Inscrições ate  30/03
Mais Informações Sobre este Curso Acesse o site de fazer Sindi-Clube ou
 Pelo Telefone 11 5054 5464 / e-mail cursos@sindiclubesp.com.br.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Empresas continuam sem saber como segurar bons funcionários


 Promover a satisfação dos funcionários e evitar que eles queiram ir para a concorrência é um desafio histórico para as empresas. E um estudo divulgado nesta semana pelo Hay Group mostra que elas têm avançado pouco neste quesito.


De acordo com a pesquisa, que ouviu 906 companhias no Brasil entre novembro e dezembro de 2014, embora 74% delas considerem a retenção de talentos um tema muito importante, apenas 26% têm programas estruturados para isso.

Um outro levantamento publicado pela consultoria no ano passado já mostrava que apesar de 70% das organizações terem dificuldades para contratar pessoal e 51% para convencê-los a ficar no emprego, só 11% desenvolviam táticas para minimizar a rotatividade em suas equipes.

Esse descompasso acontece porque, segundo Gustavo Tavares, diretor do Hay Group e responsável pelo estudo mais recente, os esforços para segurar os funcionários (como treinamentos e planos de carreira consistentes) custam caro e não apresentam resultados visíveis a curto prazo.

"O processo de retenção é de médio a longo prazo. No primeiro ano, provavelmente, não surte efeito nenhum. Dar aumento é mais fácil, é imediato", explica Tavares.

E, de fato, oferecer mais dinheiro têm sido a opção mais adotada pelo mercado. Prova disso é que, de acordo com a pesquisa, 52% dos pedidos de demissão nas empresas foram motivados por uma oferta salarial melhor, sem ascensão de cargo.
Funcionário deixa empresa com seus pertences (demissão)

  • Já o índice de desligamentos provocados por falta de oportunidade de crescimento foi bem menor, de 32%. Outros 22% foram ocasionados por desgastes na relação com o gestor.


Se as empresas se dedicassem mais a reter os funcionários, essa realidade seria diferente, na visão de Tavares.

"Quando o colaborador sabe o que precisa desenvolver para ser promovido e conhece bem o próximo passo da sua carreira, ele pensa melhor quando recebe uma oferta porque leva a segurança em conta", diz.

Apesar de o investimento nessas estratégias ser alto, ele acaba convertido em uma economia significativa para o negócio. O Hay Group estima que cada funcionário que precisa ser substituído custe à companhia um valor que varia de 12 a 18 salários recebidos por ele.

Essa quantia inclui gastos com demissão e contratação, treinamentos para o trabalhador novato e também perdas com o desfalque de conhecimentos e habilidades específicas que vão embora junto com quem deixa o emprego.

Atração



Ser uma empresa onde as pessoas querem trabalhar também é uma preocupação. Das organizações pesquisadas pela consultoria, 75% dizem que a atração de talentos é muito importante.

E não é à toa que elas pensam assim. Segundo os dados, essas companhias tiveram um índice de rotatividade de funcionários cerca de 4% superior às demais.

Além disso, em 40% delas o turnover cresceu entre 2013 e 2014 e 41% pretendem aumentar o quadro de funcionários em 2015.

Segundo o estudo, é na área técnica (citada por 48% dos entrevistados) que reside os maiores desafios em reter funcionários – e também as maiores oportunidades de atraí-los. Em seguida vêm os setores de vendas (31%), engenharia (27%) e TI (26%).

No recorte por nível hierárquico, as atenções também são direcionadas para os profissionais e técnicos (citados por 49% dos ouvidos como de alto grau de desafio) e para os operacionais e administrativos (32,5%).

"Recentemente as carreiras técnicas tiveram uma valorização superforte e a quantidade de formados ainda não é suficiente para suprir o mercado", conta Gustavo Tavares, do Hay Group.

Ele diz que esse movimento é destacado nas indústrias de óleo e gás, especialmente na área de construção de infraestrutura, que necessita de funções muito específicas. "É fácil você encontrar um soldador, mas alguém que faz solda embaixo d'água, não".

Medidas


Entre os recursos para assegurar que os funcionários não deixem as empresas, o mais usado em 2014 foi avaliação de desempenho, implantada ou mantida por 42% das pesquisadas. Em segundo lugar ficaram os programas de desenvolvimento para lideranças (41%) e, em terceiro, os reconhecimentos não-financeiros.

Já para 2015 a prioridade será para a implantação ou comunicação de planos de carreira (52%), a construção de planos de sucessão organizacional (48%) e os projetos de desenvolvimento para lideranças (47%).


Outras estratégias


De acordo com o material, 51% das organizações contam com uma política estruturada para a gestão de desempenho de suas equipes.

Em relação à diversidade, só 21% delas têm programa de valorização. Destas, a maioria trabalha para a inclusão de pessoas com deficiência (47%) ou de jovens e idosos (18%). As cotas para minorias foram adotadas em 73% delas.
Fonte; Luisa Melo _ EXAME

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Lições do chef de cozinha para as organizações.

Construindo equipes criativas e de alto desempenho

Na matemática tradicional, 1 + 1 = 2. Porém, tratando-se da união de talentos em uma equipe, ou de ingredientes na preparação de um prato, 1 + 1 pode ser menor ou bem maior que dois, dependendo da capacidade de integração dos elementos do conjunto. 
Assim como no ambiente corporativo, os restaurantes e suas cozinhas são ambientes onde eficiência e criatividade podem gerar resultados surpreendentes. 


O objetivo deste artigo é compartilhar alguns aprendizados obtidos em nossas experiências inovadoras de treinamento e jogos de negócios de Liderança e Trabalho em Equipe nas empresas e conduzidas por uma mestre com um toque todo especial:
 o chef de cozinha.

Começamos a nossa “receita” com a base de qualquer equipe de alto desempenho: um propósito claro e compartilhado. É fato: quando as pessoas não conhecem o objetivo esperado no trabalho, elas inventam um. Então, imagine se cada membro de sua equipe criar um objetivo distinto, o resultado final tem grandes chances de não ficar “a moda da casa”. Dialogar sobre um propósito comum para todos é o que irá transformar grupos em equipes, pois estas últimas compartilham o tempo e o espaço, mas também o mesmo norte.















Pedido feito e compreendido, é chegado o momento de definir papéis e responsabilidades, deixando claro para cada membro da equipe qual deve ser a sua atuação para o alcance dos objetivos. Cuide apenas para equilibrar os procedimentos e regras de acordo com o gosto do cliente – em excesso podem tornar a equipe muito burocrática, em falta podem tornar caótica a rotina no trabalho.

Em seguida, tempere o dia a dia do trabalho com pitadas de comunicação assertiva, focada na solução. Em ambientes criativos, mesmo as melhores equipes enfrentarão conflitos, e pessoas capacitadas em ferramentas de negociação não deixarão o prato desandar nos momentos de instabilidade. Uma lição importante dos chefs é priorizar o que é mais importante e urgente, pois nem todo problema deve ser levado a ferro e fogo.

Para concluir, cubra a equipe com feedbacks periódicos, 
deixando claro o que funcionou e o que pode melhorar. 
Um bom feedback é dado no momento certo, para a pessoa certa, e com fatos e dados, sem diminuir a moral do colaborador. Uma dica é elogiar em público, entretanto sugere-se recomendar melhorias individualmente, para que ninguém se sinta exposto perante o time. O objetivo do feedback é fazer com que o receptor saia melhor do que antes de recebê-lo. Finalmente, a cereja do bolo é celebrar as conquistas, lembrando sempre de brindar os resultados que certamente sua equipe alcançará praticando essa experiência de construção conjunta.
Saúde, bom apetite e vivam seus talentos!
Fonte: Administradores

domingo, 28 de dezembro de 2014

Vender é preciso... E planejar?


Embora a expectativa seja esta, boa parte dos gerentes e diretores de venda e até mesmo sócio de empresas parece não acreditar que planejar seja realmente um pré-requisito
 para vendas bem sucedidas em 2015.

Estamos nos aproximando do início de 2015 e, em muitas empresas, do
começo do novo ano fiscal. Neste momento, as equipes de vendas, ao mesmo
tempo em que trabalham no fechamento dos números do ano que se encerra,
começam a trabalhar nos objetivos de receita para o próximo ano.

Como sempre, nos preparativos para o início do ano, reuniões e sessões de treinamento serão realizadas, e as equipes serão estimuladas a ter contato com os altos executivos, criar senso de urgência, diferenciar seus produtos e serviços dos concorrentes, vender valor e outras mensagens
desta natureza. Mas quando tudo isto termina, fica um sabor amargo e uma pergunta na boca dos profissionais de venda: mas como esperam que eu vá conseguir fazer tudo isso?

Uma das principais expectativas que se depositam nos times de venda é que eles saibam como irão alcançar as metas traçadas. Que desenvolvam um plano claro do que pretendem fazer ao longo dos próximos meses que torne viável a realização das receitas pretendidas.

O que venho notado é que, embora a expectativa seja esta, boa parte dos gerentes e diretores de venda e até mesmo sócio de empresas parece não acreditar que planejar seja realmente um pré-requisito para vendas bem sucedidas.
Ao contrário, planejamento é citado como um tempo que é “tomado” da atividade de vendas. Esta, sim, importantíssima. “Podem planejar, mas não gastem o tempo que vocês têm que estar na rua para
fazer isso!” Ouvi de um sócio de uma empresa outro dia.

É impressionante como os anos passam e o fator considerado mais importante para o sucesso nas vendas é o número de visitas que se faz aos clientes, e não o que o levou a visitá-los.
Desde o início do século XX, a
principal métrica é esta. “Lugar de vendedor é na rua!”, ainda afirmam. Fazendo o que? Pergunto eu.

O número de visitas pode, sim, ser um indicador importante, mas somente se o vendedor souber o que ele vai fazer em cada uma delas e, principalmente, se fizerem parte de um plano tático que o levará a vender o quanto ele precisa.
Visitar por visitar é como jogar roleta em um cassino. Pode dar preto, vermelho, par ou ímpar. É jogo de azar onde a banca ganha sempre.

Planejar, avaliar e seguir roteiros de ação, cujas chances de sucesso lhe pareçam mais concretas, é muito mais eficaz.

O tempo gasto em uma visita desnecessária não pode ser recuperado. Fazer o número é importante, mas cada vez menos será possível fazê-lo sem que se tenha um planejamento adequado.

O tempo é cada vez mais escasso. Usá-lo com sabedoria passa a ser um diferencial fundamental entre os vencedores e perdedores.

Vender é preciso! Planejar é condição!
Tenham um ótimo 2015!
Fonte :  Enio Klein, 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Seu novo ano começa agora!


Pense, reflita sobre a sua vida. Faça um balanço dos últimos 12 meses. O que você queria realizar durante 2014 foi realizado? O que faltou realiza?



Após analisar os motivos dos insucessos, pense no que você pode fazer para que, a partir de hoje, seus anseios sejam atendidos e seus desejos realizados

O ano está chegando ao fim, faltam menos de 15 dias para 2015 e todas aquelas promessas clichês de 1º de janeiro. “Esse ano vou fazer regime”, “esse ano eu começo aquele curso de inglês”, “farei meu MBA, sem falta”, essas são algumas das efêmeras promessas que estamos habituados a fazer e escutar todo início de ano.

Então, tudo bem. Vamos ficar sentados “com a boca escancarada cheia de dentes” esperando o próximo ano chegar, certo? Erradíssimo! Em quinze dias o mundo pode mudar. E se o mundo pode, porque você não? Não espere o próximo ano começar para fazer aquelas promessas obrigatórias e que nunca são cumpridas. Faça promessas reais e assuma compromissos consigo mesmo, hoje!

Pense, reflita sobre a sua vida. Faça um balanço dos últimos 12 meses. O que você queria realizar durante 2014 foi realizado? O que faltou realizar? Por que não conseguiu? E o que você quer para sua vida no próximo ano? Responda cada uma dessas perguntas honestamente. Em seguida analise as respostas. Certamente descobrirá que muita coisa deixou de ser feita por falta de planejamento, ou simplesmente porque foram esquecidas no segundo dia do ano.

Após analisar os motivos dos insucessos, pense no que você pode fazer para que, a partir de hoje, seus anseios sejam atendidos e seus desejos realizados. Depois inicie a empreitada para conseguir tudo o que quer. Nesse momento pensar como administrador é essencial. Existe um método de gestão em quatro passos chamado PDCA (sigla em inglês para o ciclo Planejar, Executar, Verificar e Corrigir). Use-o! Ele pode ser a diferença entre desejar e realizar.

É bem simples. Despretensiosamente lance mão de papel e caneta e faça uma lista de desejos a serem realizados em, no máximo, um ano. Escreva qual caminho irá seguir para chegar ao seu objetivo e ponha o pé na estrada, um dia de cada vez. Lembre-se, você tem doze meses (e os últimos dias desse ano) para bater a sua meta. Ao longo do percurso faça análises, verifique se está realmente no caminho que você planejou. Caso perceba uma falha, corrija. Haverá tempo hábil para retomar o trabalho. Se não houver falhas, parabéns. Continue assim e logo alcançara o que almeja.

Ao chegar à segunda quinzena de dezembro do próximo ano, pare tudo e confira o resultado do seu esforço. Se não conquistar tudo que planejou, certamente conseguirá a maior parte. Com ou sem 100% de sucesso, estará satisfeito, afinal você fez a sua parte e tem consciência disso. O que não funcionou esteve longe do seu esforço e alheio a sua vontade. Você não ficou “com a boca escancarada, cheia de dentes” assistindo doze meses de sua vida passar.

Caso esteja pensando “vou esperar tanto tempo para um resultado”, lembre-se dos anos anteriores e se responda: “quantos planos fiz nos últimos cinco réveillons?” “Quantos concretizei?” Verá, sem dúvida alguma, que obteve mais sucesso em doze meses do que nos últimos cinco anos. O importante é seguir o caminho, fazer um pouco a cada dia e não parar. O trabalho constante tem resultado inimagináveis.

O 1º de janeiro ainda não chegou, ainda restam alguns dias desse velho ano. Então, use-os da melhor forma. Não perca tempo. A hora de agir é agora. Dessa forma, desejo a todos um feliz ano novo. Que o seu 2015 seja repleto de ações produtivas, energias bem empregadas, foco, trabalho paulatino (porém firme e constante) e realizações. Ou melhor, não preciso desejar realizações, elas surgirão naturalmente como fruto do seu empenho e dedicação.

Boas festas!
Fonte ADMINISTRADORES

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

5 coisas pra fazer antes de sair da cama que vão melhorar seu dia!

Ajustar o despertador pra tocar mais cedo só pra dar tempo pra gente enrolar na cama, apertar o botão soneca umas cinco vezes antes de levantar... quem nunca? E, se você se sente mal por isso, não precisa.
 Não tem nada de errado na preguicinha matinal (e em respeitar o seu próprio tempo de despertar).
Mas se você quiser começar o dia no ritmo e fazer as coisas funcionarem desde cedo, temos boas notícias: há maneiras de garantir sua produtividade, mesmo debaixo das cobertas.

  (Foto: flickr/creative commons/flexart)

1. Exercícios de respiração e meditação


Dá pra você fazer da cama mesmo. Baixe um aplicativo como o Buddhify, por exemplo, que te conduz por rotinas de meditação de curta duração, ou então pratique exercícios de respiração de técnicas como ioga. Você vai começar o dia mais disposto e com as ideias organizadas.


2. Mantenha um diário e escreva assim que acordar


Sabe quando você acorda e o dia a sua frente promete ser cheio demais? Não é incomum já sair da cama com a cabeça cheia dessas coisas, e escrevê-las pode te livrar disso. Você pode usar o diário para descarregar sonhos - bons e ruins - expectativas para o dia e impressões do dia inteiro: a rigor, qualquer coisa que esteja nos seus pensamentos quando você acorda. Se quiser mais detalhes sobre como escrever ajuda a clarear sua mente, dê uma lida nesse texto.


3. Planeje a semana com antecedência


Parte dos pensamentos que desorganizam a nossa mente quando acordamos tem a ver com a ansiedade diante das tarefas da semana. Aproveite aquele tempinho na cama para organizar - e escrever - tudo o que você precisa fazer durante os próximos dias. Eu uso um quadro branco (ele fica pendurado na parede em cima da minha cama, então eu realmente não preciso sair das cobertas), mas você pode usar um caderno ou seu celular.

4. Leia


Pouca gente tem o hábito de ler quando acorda, mas se você não tiver um compromisso em seguida, ler relaxa, concentra e inspira: não parece que há maneira melhor de começar o dia.

5. Durma de conchinha


Pois é... se você tem a oportunidade, saiba que dormir de conchinha faz um bem danado, porque libera oxitocina. A gente sempre fala dela aqui: é o hormônio do amor, liberado quando a gente recebe e dá afeto, e ele ajuda a aumentar a imunidade, reduzir a ansiedade e os riscos de doenças no futuro.
Fonte: Revista Galileu

domingo, 7 de dezembro de 2014

MMC Consultoria de negócios estão na revista Mesas Decoradas

Espaço Aroma de Arte e MMC Consultoria de negócios estão na revista Mesas Decoradas (Coleção Arte Fácil)da Editora Minuano. 
Curso de Etiqueta à Mesa ministrado pela consultora Andrea Ceneviva 
na montagem de três mesas com peças da Loja do Espaço
 e também peças maravilhosas cedidas pela
 Lucia Eid da Olaria Paulistana Atel







ier .

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Boas atitudes criam um ambiente de trabalho agradável e amigável.



A construção de um lugar ideal para trabalhar depende de diversos aspectos, e não basta apenas que o local tenha uma boa ergonomia ou um excelente salário.

Existe uma série de elementos que tornam o ambiente de trabalho um espaço mais confortável para que os colaboradores exerçam suas tarefas, sendo que os principais estão relacionados às boas atitudes. Mas o que seriam essas boas atitudes, você sabe?

COLOCANDO EM PRÁTICA AS BOAS ATITUDES NO TRABALHO

O que é mais agradável: ter um funcionário que é rude com os colegas ou um que elogia diferentes pessoas todos os dias? Qual das duas atitudes é mais benéfica para o dia a dia da empresa?

Podemos dizer que uma dessas boas atitudes é justamente a de proporcionar um ambiente agradável e propenso a um fácil desenrolar do trabalho. Mas o caminho não se resume a apenas isso: dentro de uma empresa, é comum encontrarmos equipes que necessitam de ação cooperativa. E é importante que essas atividades sejam também um motivo para desenvolver as relações interpessoais e que os profissionais apóiem uns aos outros, principalmente em momentos de crise.

Esta boa ação de ajudar quando necessário, com certeza é algo que não passará batida e será lembrada no futuro.

Com uma empresa num clima cooperativo, fica muito mais fácil realizar qualquer trabalho. Isso porque a equipe realmente será uma engrenagem funcionando, e não apenas indivíduos trabalhando de forma independente.

ÉTICA NO TRABALHO

A conduta profissional é o que você precisa para reforçar as suas qualidades, pois todas as suas características já estão aí, e ninguém vai retirá-las. Mas você precisa de algo a mais. Por exemplo, quando você compra um quadro muito bonito, clássico, logicamente comprará a moldura também, não é mesmo? É disso que estou falando.

Ter ética no trabalho é emoldurar as suas boas características, fazer com que elas se tornem diferenciadas simplesmente pelo fato de você ser uma pessoa com uma conduta coerente, objetiva, honesta e respeitosa. Tudo isso conta.

A conduta é um conjunto de parâmetros, limites que te indicam a direção exatamente como os trilhos do trem. Ao construir sua carreira, o profissional se depara com várias opções de trilhos com várias características diferentes. Resta a você escolher qual é o mais adequado às suas necessidades, sempre se lembrando das boas atitudes no trabalho e da ética profissional.
Fonte: IBC

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

9 passos para capacitar e motivar os colaboradores

O quadro se repete nas mais variadas áreas profissionais do país: são poucos os profissionais qualificados. Isso ocorre principalmente nas áreas técnicas, e o reflexo deste fato é o custo cada vez maior de mão de obra e dificuldade de contratação.

Uma alternativa que as grandes empresas estão encontrando é a busca de treinamentos e de cursos para os profissionais já contratados e fortalecimento de políticas de retenção. Isso, porque hoje é necessário complementar o conteúdos dos colaboradores, mas, mais que isso, prepara-los para serem lideranças positivas.

"Os profissionais se formam no curso superior e obtêm conteúdo técnico, porém a 'bagagem básica' que as empresas estão buscando inclui também experiência do profissional, capacidade de decisão e utilização na prática do conteúdo técnico. Por isso, além de treinamentos em suas áreas de atuações, as empresas buscam aprimoramentos, como redação, gestão, planejamento e diversos outros temas",

Para que as empresas saibam como implantar um curso ou treinamento de maneira correta, veja algumas dicas.

9-passos-internos

domingo, 9 de novembro de 2014

Coaching como Cultura Organizacional



As organizações de sucesso possuem uma cultura organizacional que apóia o alto desempenho, o bom trabalho e as boas relações no trabalho e dão todo o suporte para o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores

A Cultura Organizacional de uma empresa nem sempre é algo visível ou perceptível a todo os seus colaboradores, entretanto, é extremamente importante para nortear o trabalho de todos e dar corpo à instituição. É como um iceberg, está nove décimos abaixo da superfície em qualquer organização, você não pode vê-la, mas pode senti-la e, com certeza ela é a mais forte influência sobre desempenho, transformação e resultados. As organizações de sucesso possuem uma cultura que apóia o alto desempenho, o bom trabalho e as boas relações no trabalho e dão todo o suporte para o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores que acreditam, adotam e seguem a cultura implantada.

O Coaching é a mais poderosa das Ferramentas de Liderança e Gestão de Pessoas disponíveis hoje para criação de uma cultura que valoriza o Alto Desempenho. Para que o Coaching alcance todo o seu potencial dentro de uma Organização, é necessário o estabelecimento de uma “Cultura de Coaching”. Essa expressão é relativamente desconhecida em nosso país. Isto se deve em boa parte pelo fato de que muito do que se tem escrito até hoje sobre Coaching privilegiar mais o encontro entre Coach e Coachee (o Cliente direto do Processo de Coaching) de uma perspectiva de um processo formal, dinâmico, individual e interativo, as famosas “Sessões de Coaching” ,do que a Visão do Coaching como uma ferramenta ou processo que permeia a Organização como um todo.
Para o estabelecimento de uma Cultura de Coaching nas organizações, se faz necessário verificar e trabalhar a compatibilidade entre a Cultura inerente á própria Organização e as práticas e pressupostos do Coaching.
A Cultura de Coaching não tem só a ver com processos de Coaching ocorrendo de forma regular e eficiente para desenvolvimento de competências, mas com uma prática cotidiana e comum, principalmente entre as lideranças de técnicas, ferramentas e metodologias e pressupostos do Coaching na Gestão Estratégica da Organização.
A criação de uma cultura de Coaching só funciona mediante alguns aspectos como:
O Coaching deve ser percebido como uma recompensa, um benefício e não como algo para consertar gerentes, diretores ou líderes defeituosos.
As pessoas devem conhecer, viver e sentir valor do Coaching
O processo deve ser amplamente vivenciado e difundido pelo Alto Escalão
Todos os níveis de liderança devem desejar Coaching
Perguntas-chave e elementos que facilitam na identificação e implementação de uma Cultura de Coaching nas organizações:

O treinamento & desenvolvimento de líderes da organização está direcionado para a formação de    líderes como líder coach?
O Coaching é utilizado como ferramenta principal para superação contínua de desafios, a a capacidade de ir além é percebida como competência organizacional essencial?
O Coaching é percebido pelo Coachee (o Líder ou colaborador que participa como Cliente do Processo de Coaching) como uma Oportunidade para o seu Desenvolvimento Profissional e Pessoal e, mais ainda, como um Investimento direto da Empresa nele?
O Coaching é percebido pelo Coachee como uma relação construtiva, e enriquecedora?
Uma parceria de construção de Conhecimento, ao invés de uma relação unidirecional com caráter fiscalizador ou de mando?
O conceito de Feedback é amplamente difundido e existe um ambiente onde as pessoas utilizam essa ferramenta de maneira eficiente com o propósito de desenvolvimento pessoal e profissional contínuo?
Existe interação e integração entre as lideranças e colaboradores? As pessoas sabem iniciar e finalizar discussões, diálogos e conversas produtivas, inteligentes e emocionalmente saudáveis?
Não existe pré-julgamentos na organização, já que estes prejudicam o raciocínio e desenvolvimento criativo?
É necessário que o profissional de Coaching atue juntamente aos profissionais de Recursos Humanos na implantação de uma cultura de Coaching na empresa

Esse processo engloba:

Formar gestores, diretores de RH e líderes como coaches e consultores internos da empresa.
Apoiar e supervisionar a atuação desses profissionais como multiplicadores das técnicas, pressupostos e ferramentas de coaching.
Aplicar e desenvolver processos de Coaching com o Alto Escalão da empresa.

Imagine uma empresa com líderes comprometidos, colaboradores motivados e engajados em um ambiente de apoio contínuo e desafios estimulantes, essas são as evidências de uma cultura de Coaching está bem estabelecida.
fonte Equipe IBC

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Etiqueta empresarial: A preocupação dos jovens profissionais



A chegada de jovens ao mercado de trabalho sempre é cercada de expectativas, tanto da empresa – que quer ver os resultados, desenvolvimento e criatividade do novo colaborador -, quanto do profissional – que geralmente é ansioso para mostrar seu trabalho e por a prova suas competências.

A carreira de um profissional envolve mais que habilidades técnicas, e é necessário que o jovem trabalhador esteja atento a isso, pois aspectos comportamentais são avaliados e valorizados nas organizações.

A etiqueta empresarial serve para nortear alguns comportamentos, ela facilita o convívio social dentro da empresa.


  • Como saber qual a roupa mais adequada? 
  • Como pedir aumento para o chefe? 
  • Qual a hora certa de pedir uma promoção? 

Nesses momentos de insegurança e dúvida, é necessário perder a vergonha e perguntar ao gestor ou ao departamento de RH qual a melhor forma de agir no ambiente de trabalho.
Os estágios são uma forma dos jovens ganharem experiências e conhecimentos de como funcionam os processos de trabalho e como se comportar no ambiente corporativo. Estar aberto a conversar e interagir com a equipe é importantíssimo para conhecer os profissionais e o funcionamento do seu departamento.
Aprender como se comportar dentro da empresa é crucial para o crescimento profissional. Portanto, veja algumas dicas de etiqueta na empresa:


  • Busque sempre ter boa postura;
  • Mantenha o bom humor, mas não exagere;
  • Tenha jogo de cintura;
  • Seja pontual;
  • Use roupas discretas, vista-se conforme o segmento da empresa;
  • Comunique-se e tenha a preocupação de estar atento ao que o outro diz;
  • Seja educado e cordial;
  • Leia o código de conduto de sua empresa;
  • Seja organizado;
  • Respeite os colegas e o ambiente de trabalho;
  • Tome cuidado com a utilização de celulares e outras ferramentas tecnológicas;

Essas são algumas dicas, mas cada empresa apresenta suas particularidades. Portanto, procure entender a cultura da organização, pois além de ser competente em sua função, é preciso seguir a etiqueta empresarial, para conquistar uma carreira sólida.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

4 Tradições familiares que você precisa ter em sua FAMÍLIA


Tradições criam memórias inesquecíveis para os filhos e unem famílias, 

criando um laço de amor inquebrável. 

Nada como ter nossa própria família, nossa casa e uma vida que conquistamos com muito custo e esforço. As crianças começam a crescer, e tentamos repetir com elas as tradições que tivemos em nossa infância. Como cônjuges, nossas histórias são diferentes, então, nada melhor do que implantar algumas das muitas tradições que foram benéficas e criar as nossas próprias tradições.

Há tradições que passam de pais para filhos e muitas de nossas memórias trazem boas recordações. Não queremos que nossos filhos cresçam num mundo frio e fiquem à mercê do que o mundo oferece. Unir nossa família de forma que nossa casa seja o refúgio de um mundo conturbado e solitário, um local onde as crianças e adolescentes queiram sempre voltar, sintam-se à vontade e seguros, é primordial para a manutenção e criação das melhores memórias que levarão consigo.

Algumas ideias de tradições que podemos fazer diariamente ou mesmo em feriados.

Tradições diárias:

  • Orar juntos.
  • Ter ao menos uma refeição ao dia juntos.
  • Contar histórias para as crianças dormirem.
  • Cuidar dos animais de estimação e repartir as responsabilidades de casa, até os pequenos podem ajudar.

Tradições semanais:

Reunir a família uma vez por semana para sentarem todos juntos e conversarem sobre como foi a semana, e os planos de cada um para a semana seguinte. Pode-se jogar jogos de mesa, fazer sobremesas especiais, cantar juntos, ou outras atividades.
Jantar familiar. As crianças podem decidir o menu, preparar a comida com supervisão dos adultos, preparar a mesa.
Tirar uma tarde de domingo para visitar os parentes. Se ainda possuem os avós, nada como irem juntos visitá-los.
Tirar um dia ou uma tarde para passear com os filhos, levá-los ao parque ou zoológico, andar de bicicleta.

Tradições mensais:


Sentar com o cônjuge e verificar o orçamento familiar. Listar os gastos e as necessidades deles e dos filhos. Isso aproxima o casal, compartilha colaboração entre os membros da famíla e pede compreensão.
Encontrar um parque, camping ou pesqueiro e irem juntos num final de semana para um piquenique, passeio nas trilhas.

Tradições anuais:


Comemorar os aniversários da casa, todos juntos. Cada um pode fazer um cartão, uma decoração, um bolo com as frutas e cores favoritas da pessoa. Tirem fotos uns dos outros, comparem o crescimento dos filhos.
Fazer uma viagem para um local divertido e distante, como ir à praia ou numa estância turística nas férias.
Comemorar o final de ano e ler a história da natividade na bíblia nos dias anteriores traz mais significado ao Natal. Se a família é cristã, pode-se fazer uma pequena festa de aniversário para Jesus Cristo.
Sentarem-se todos juntos e fazerem cartas a si mesmos, com metas a cumprirem no novo ano que começa. Abrirem no último dia do ano, antes de escreverem as cartas para os próximos anos e ver quantas metas foram capazes de cumprir!
Visitar as viúvas no dia das mães levando flores ou pequenas sobremesas. Pode ser as viúvas da família, as avós, ou mesmo nos asilos. As crianças nunca esquecerão destes momentos. Faça a mesma coisa no dia dos pais.
Fazer uma reunião de família. Seja com os filhos já crescidos que moram longe com suas famílias, primos, irmãos. Reúnam-se para compartilhar momentos juntos e colocar as novidades em pauta. O motivo pode ser variado, desde assistir à final do campeonato brasileiro, ou fazer uma festa junina onde todos possam vir. Podem alugar uma chácara e fazer um churrasco e distribuir tarefas onde todos cooperem.
A vida se encarregará de angustiar a nós e nossos filhos. Criar memórias valorosas entre família é mais que dar-lhes a segurança de um porto seguro, é um ato de amor.

FONTE:Chris Ayres é mãe, esposa, fotógrafa e autora de vários livros entre eles o best-seller 
The Love Chest - O Baú do Amor em português. 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

TAÇAS, UM MUNDO A SE DESVENDAR!




Devido à infinita quantidade de taças encontradas pelo consumidor, resolvemos desvendar essa alucinante viagem pelas gondolas das lojas para acharmos a que melhor combina com a personalidade de seu vinho.

Em primeiro lugar, é necessário entender que qualquer taça é composta pela borda (ou bocal); corpo (ou bojo); haste e pé (ou base), para depois escolher a que melhor se adequa ao seu vinho.

TAÇA ISO:

Não podemos deixar de falar da taça ISO (International Standards Organization), criada em 1970.
Utilizada para degustações técnicas, atende as avaliações organolépticas (visual, olfativa, sabor), devido ao corpo ser maior e o bocal ser mais fechado.
Caso você esteja iniciando a sua coleção, vale a pena comprar essa taça “coringa”.

TAÇA PARA BORDEAUX:

Conhecida como taça oval, as taça para Bordeaux servem para vinhos mais encorpados e ricos em tanino, produzidos por uvas potentes como Bordeaux, Cabernet Sauvignon, Merlot, e Syrah, pois enaltece as características organolépticas como aroma e textura e prolonga a persistência do vinho devido ao corpo da taça ser maior.
TAÇA PARA BORGONHA

Complexos e concentrados, os vinhos tintos da região da Borgonha, produzidos na sua maioria por PInot Noir necessitam de uma taça com o corpo maior para que em contato com o ar o liquido libere seu aroma. Dessa forma a acidez é diminuída e as qualidades acentuadas.

TAÇA PARA VINHOS BRANCOS

De acordo com o nosso sommelier as taças tem o corpo menor, o que ajuda, pois eles devem ser consumidos em temperatura mais baixa além de aumentar o contato com as papilas gustativas equilibrando a doçura e a acidez.

TAÇA PARA VINHOS ESPUMANTES

Também chamada de flute, as taças de espumantes tem esse formato, pois ajudam a manter por mais tempo o perlage (borbulhas).

TAÇA PARA VINHOS DE SOBREMESA
Também chamadas de taças para porto ou jerez, as taças pequenas são comuns para servir vinhos doces e fortificados.


Postado por francosuissa 

domingo, 10 de agosto de 2014

As 10 tendências sociais e psicológicas que vão revolucionar o mundo dos negócios nos próximos anos


A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim


É estimado que aproximadamente 70% de todas as decisões de compras são tomadas de acordos com as chamadas ‘normas sociais’, ou ‘as decisões das outras pessoas’. Isso significa que a maioria das escolhas que os consumidores fazem estão pouco relacionadas com o que eles realmente querem ou precisam, e essa influência cultural tem um papel chave nas maneiras de pensar dos indivíduos.

Com a chegada da era das mídias sociais, o mundo se tornou uma enorme e única mente coletiva que é guiada, como toda comunidade, por leis invisíveis. Abaixo está a lista das 10 maiores tendências que estão afetando essa mente coletiva.

1. Vendendo histórias

Você já notou as mudanças consideráveis nas propagandas, principalmente nos anúncios online? Dove te encoraja a se aceitar e a Always está tentando fazer as pessoas mudarem a maneira como elas pensam a respeito das mulheres. Os maiores jogadores do mercado estão vendendo ideias, ou histórias, com as quais as pessoas podem se identificar. A cegueira de anúncios (seu cérebro de alguma maneira ignora anúncios pagos nos websites) está limpando o caminho para o marketing de conteúdo que educa os consumidores provendo a eles informação de valor genuíno. Conte uma história dessas para seu consumidor e faça com que ele ou ela se torne um fã e defenda sua marca, e o aumento em suas vendas vai se tornar um efeito colateral desse processo.

2. Os 4 P’s

O resultado de uma pesquisa realizada pela Mercer’s, uma das mais prestigiadas empresas de consultoria do mundo, entre um grupo de 30 mil funcionários em 17 países, revela que os maiores assassinos da motivação são a falta de respeito, a falha em perceber problemas reais e atuais, tanto quanto a “falsa democracia” (perguntar a alguém o que eles pensam sendo que a decisão já foi tomada). Hoje, os maiores vencedores são os negócios que pensam em termos dos 4 P’s: planeta, pessoas, propósito e lucro (do inglês - profit). Hoje dinheiro não importa tanto quanto costumava, porque as pessoas precisam sentir que elas são parte de algo maior que elas mesmas.

3. São as mulheres que tomam as decisões

Mulheres são responsáveis pela maioria das decisões de compras feitas por toda parte do mundo (em algumas indústrias esse número chega a 90%). Algumas empresas de relações públicas se especializaram em formular suas mensagens especificamente para refletir as necessidades femininas e seus modos de pensar. As maiores marcas do mundo já têm investido por um longo tempo nas mulheres. Harley Davidson é a líder no mercado de vendas de motocicletas para mulheres. Mais da metade de todos os clientes de hotéis são mulheres, por isso a tendência no Oeste Europeu em direção à criação de lugares ‘femininamente’ amigáveis. Em Viena, na Áustria, planejamento de gênero tem levado a mudanças de infraestrutura para facilitar para as mulheres viverem na cidade.

4. Habilidades suaves são preferidas (ex: comunicação, liderança, inteligência emocional)

Para empregados americanos, inteligência emocional (QE) é três vezes mais importante que lógica (QI). Em situações onde dois médicos estão aplicando para um trabalho no mesmo hospital se um deles é melhor em termos de relacionamento com pessoas, então mesmo que ele ou ela não tenha certo conhecimento ou expertise, ele ou ela tem mais chance de conseguir o emprego do que o colega com maior educação formal, mas piores habilidades de comunicação. Novos empregos baseados nessas habilidades suaves têm surgido, como coaches, vendedores de elite, palestrantes motivacionais e grandes líderes. Apesar de sua grande popularidade, eles ainda não são bem avaliados no nível acadêmico. Hoje em dia, empregados que não tem habilidades suaves estão sujeitos a perder na corrida do sucesso.

5. Você é um produto

Mais e mais pessoas entram em contato com você antes de te conhecer. Se eles vão te ligar ou te convidar para uma reunião no mundo real depende da qualidade da relação construída entre vocês no mundo virtual. Seja através de um website, um blog formador de opinião ou um artigo de imprensa. Hoje, todo mundo é um produto e o campo que lida com isso é chamado de marketing pessoal (personal branding). É o marketing pessoal que é o maior responsável na Polônia por abrir o caminho para alfaiates ou estilistas que fazem roupas customizadas, para fotógrafos (todas as pessoas, não apenas celebridades, precisam dos serviços deles) ou para agências de relações públicas trabalhando até para pequenos negócios. Se o mercado tem confiança na sua marca, o mercado vai te perdoar por seus erros e, através dessa perspectiva positiva, vai olhar para o que você tem a oferecer.

6. O efeito de “des-escalar”

Nunca antes os indivíduos tiveram tanto poder para influenciar como hoje. Bloggers autodidatas decidem a respeito do sucesso ou fracasso de grandes marcas, um vídeo caseiro se torna viral assistido por milhões de pessoas e um crítico (hater) teimoso tem o poder de dar muita dor de cabeça para uma pessoa bem conhecida e querida. Enquanto há 20 anos atrás as pessoas eram encorajadas a investir em tamanho e crescer cada vez mais, hoje o efeito de “des-escalar” surgiu, significando que os menores podem fazer as mesmas coisas que os maiores, mas os menores tem mais mobilidade e são mais rápidos.

7. A mente global

Hoje, não é suficiente ser brasileiro para ser capaz de ser bem sucedido no mercado. Times internacionais são cada vez mais a regra, não a exceção. As melhores práticas ao redor do mundo são descritas na internet todos os dias e estão disponíveis para qualquer um. Se você quer ser bem sucedido globalmente, você precisa se enxergar mais como um cidadão do mundo, não um cidadão do seu país. Com a abordagem americana de marketing, o jeito Alemão de gerenciar e o empenho polonês, o sucesso vem mais rápido.

8. Comunicação consciente

De acordo com algumas pesquisas, habilidade de comunicação é responsável por 85% do resultado. Os líderes hoje são pessoas que tem a habilidade de comunicar suas ideias precisamente, de ouvir aos outros sem interromper ou se opor à suas opiniões, e são aqueles que preferem coaching do que imperiosidade, que escolhem não manipular os outros e não fofocar. Eles sabem perguntar corretamente e como construir plataformas de comunicação comum. Eles não se referem ao passado e eles formulam seus objetivos de uma maneira positiva, mensurável e motivadora.

9. Agilidade ao invés de estrutura

A decisão vai passar primeiro pelo departamento de pesquisa de mercado, para depois ser analisada e aprovada pela direção, certo? Esse era o caso no passado, mas dada a velocidade de mudança do mundo contemporâneo, não existe tempo para gastar seis meses para tomar uma decisão. Times precisam estar prontos para tomar decisões rapidamente e flexibilidade é considerada uma prioridade nas pesquisas das habilidades do futuro. O slogan do futuro é: Esteja preparado para o que você pode se preparar, mas esteja pronto para tudo. Eficiência e velocidade (agilidade) ultrapassaram tamanho e estrutura.

10. “Nós” é maior que “Eu”

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim. Numa organização dessas, um gerente razoável, por medo, nunca contrataria um gerente excelente, e o que é pior, sabotaria o desenvolvimento do seu próprio time por medo de perder seu cargo. O futuro pertence às organizações que fizerem seus times felizes (pesquisas mostram que empregados felizes fazem mais dinheiro para seus empregadores) e a chefes que se desenvolvem junto com seus funcionários, nunca limitando seu potencial. “Nós” deve ser maior que “Eu”.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A ética do lobo _ Gestão de Pessoas

A ética do lobo Revista Melhor Gestão de Pessoas
  Eugênio Mussak

O filme Dança com lobos, lançado em 1990, conta a saga do herói da guerra civil John Dumbar, e tem um pouco de Avatar e Pocahontas, pois mostra um homem “civilizado” encantando-se com uma cultura “primitiva”, até que aparecem os soldados e a tragédia ganha forma. Desconsiderando o excesso de hollywoodianismo, o filme, que foi a estreia do Kevin Costner como diretor, conta uma bela história.

Gosto especialmente da parte em que Dumbar vive isolado por um tempo e acaba estabelecendo uma relação com um lobo, urinando para marcar território, respeitando o animal e sendo respeitado por ele. O soldado começa, então, a dar-se conta de que os lobos têm uma espécie de ética, que rege o comportamento na matilha e a relação com a natureza.

Consta, por exemplo, que quando dois lobos disputam a liderança de uma matilha partem para o confronto físico até que um deles, sentindo-se derrotado, deita de costas para o chão, dando a vitória ao outro. O outro deve interromper o ataque deixando o vencido em paz, pois a intenção não é ferir ou matar o oponente, e sim vencê-lo na disputa pelo poder. Uma vez derrotado o outro, não há por que continuar a luta.

Mas – veja só -, se o lobo vencedor continuar a atacar e machucar o vencido, ele simplesmente será rechaçado pelos demais, podendo até ser atacado pela matilha que pretendia liderar, pois se espera que ele tenha compaixão pelo vencido. Ao não fazê-lo estaria dando uma demonstração de “fraqueza de caráter”, e o líder não pode ser fraco em nenhum aspecto. Para ser realmente considerado poderoso, tem de mostrar respeito pelo vencido.

Agora voltemos ao mundo corporativo. Entre os humanos, demonstrações de caráter às vezes não são cobradas dos líderes, basta que eles entreguem resultados para a empresa. Se os números estiverem bons é porque a liderança está funcionando, pois líder que é líder entrega resultados, dizem por aí. Esse raciocínio não está errado, pois mesmo os liderados se sentem bem quando os resultados são bons, mas, cuidado. É necessário entender que “resultado” é diferente de “resultado a qualquer custo”, pois este não garante o “resultado sustentável”. E isso acontece porque a matilha, mais cedo ou mais tarde, vai se amotinar e negar a autoridade do tal líder-sem-caráter. E aí os resultados vão começar a minguar, mesmo que os uivos sejam cada vez mais altos e ferozes.

Líderes de verdade carregam consigo um certo espírito de nobreza, capaz de angariar o respeito até dos adversários. E assim vão construindo a tal sustentabilidade nos negócios. Se não for assim, vamos acabar dando plena razão ao Thomas Hobbes, que disse que, neste mundo, estamos todos contra todos, e que o verdadeiro lobo do homem é o próprio homem. Não precisa ser assim e, por ironia, podemos aprender com o próprio lobo.

Fonte:Texto retirado da revista Melhor Gestão de Pessoas
 http://www.revistamelhor.com.br

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Os dados do turnover de empregados no Brasil


A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo o especialista Eduardo Carmello essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias.
Há várias razões para que as pessoas desistam do seu emprego.
 E um dos principais motivos se deve à existência de 
uma má relação entre os profissionais
 e seus chefes.

Segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na década entre 2001 e 2010, a taxa de turnonver (saída de empregados das empresas por iniciativa da empresa ou do empregado) saltou de 45% para 53% ao ano. Isso significa que, para algumas empresas, em dois anos haverá uma troca quase que completa do número de empregados, o que provoca efeitos dramáticos no bom andamento dos negócios e na própria competitividade das empresas. Apenas para se ter uma ideia da magnitude desse número, nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento de Trabalho (Bureau of Labor Statistics) em 2010 o turnover naquele país foi estimado em 3,5% no setor privado.

A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, diz o diretor da consultoria Entheusiasmos, essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias:

“De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorre que nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe”, explica Carmello.

O especialista cita como exemplo da ineficácia dessas lideranças, que leva ao êxodo de profissionais, o modo como os tipos mais comuns de chefias brasileiras chamam a atenção de sua equipe quando as coisas não vão bem. “Via de regra, eles temem personalizar a crítica e reúnem todos em uma sala, tanto os de bom quanto os de mau desempenhos. Esses chefes acham que aqueles de mau desempenho vão vestir a carapuça e os de bom desempenho não vão se importar com as críticas. Mas a verdade é que os de bom desempenho se sentem desprestigiados e terminam buscando outras oportunidades e os de mau desempenho simplesmente ignoram as críticas”, comenta o especialista.

De modo geral, as empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos do turnover não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Os dados do turnover de empregados no Brasil, dramáticos por si só, ajudam a explicar outro fenômeno: segundo um estudo publicado pela revista Exame em outubro de 2012, o trabalhador brasileiro gera em média perto de US$ 22.000,00 de riqueza por ano, enquanto o norte americano gera cerca de US$ 100.000,00, ou quase cinco vezes mais. Essa brutal diferença de produtividade, alerta Carmello, se explica por várias razões, como acesso a tecnologias mais modernas, melhor infra-estrutura de telecomunicações e, também, pelo elevado turnover no Brasil, que faz com que as empresas tenham que conviver com profissionais pouco experientes toda vez que um profissional melhor qualificado sai em busca de melhores oportunidades.

Segundo Luciana Tegon, presidente da Tegon Consultoria, a alta rotatividade de profissionais afeta, também, os programas de recrutamento de jovens talentos:

“Em média, as empresas que fazem programas de trainees no Brasil perdem até 50% dos jovens selecionados a duras penas em até 18 meses após a contratação”, explica Luciana.

Segundo ela, as razões para essa perda tão elevada de jovens que entram para assumir posições de chefia no futuro se devem ao desencanto dos jovens com a cultura da organização. Muitos profissionais recém-saídos das faculdades decidem trabalhar em uma grande empresa em função de sua marca e da força que transparece. No entanto, assinala Luciana, assim que começam a trabalhar na empresa eles percebem que estão diante de uma cultura centralizadora, burocrática, engessada, que não vai permitir o avanço na carreira esperado. Muitos jovens se decepcionam, também, com as proibições que lhes são impostas como bloqueio ao uso de Internet, horário de trabalho inflexível, entre outras.

“O resultado é que mais da metade dos trainees contratados pelas grandes empresas deixam as organizações antes de se passarem dois anos. As perdas para as empresas são imensas, uma vez que elas precisam recomeçar as contratações do zero”, finaliza Luciana.

Fonte: Opinião RH