terça-feira, 7 de maio de 2013

Falta de tempo....


A falta de tempo é um problema crônico e motivo de muitas queixas no mundo corportativo. 
Profissionais de todos os segmentos e de escalões, de alto a baixo, lamentam não ter mais tempo para realizar todas as tarefas do dia, inclusive as pessoais.
Segundo o consultor empresarial Maurício Seriacopi, a síndrome da falta de tempo cada vez mais se faz percebida pelos profissionais em função da exigência cada vez maior por metas e resultados e também pela velocidade da informação. 
“A tendência é que a pressão por desempenho e o bombardeio de informações cresça sempre mais. Portanto, não adianta reclamar da falta de tempo. O importante é saber como administrá-lo. Enquanto a maioria vive correndo atrás de tempo, os profissionais bem-sucedidos correm a favor e aprenderam como controlá-lo”, explica Seriacopi.
Na opinião do especialista, o uso inadequado das ferramentas de comunicação, como, por exemplo, o email, força o profissional a realizar diversas tarefas simultaneamente, aumentando assim o seu desgaste e a probabilidade de erros e, consequentemente, retrabalhos. “Quanto mais desorganizada, mais a pessoa tende a desperdiçar o tempo. E em tempos onde ele anda escasso, qualquer desperdício faz muita diferença”, lembra o consultor.
Para quem deseja fugir dessa ciranda, há algumas atitudes práticas que podem ajudar a administrar melhor o tempo, segundo Maurício Seriacopi. Confira as dicas:

10 dicas para seu tempo render

01. Altere a configuração do seu programa de email para que as mensagens sejam baixadas em maior tempo. Por exemplo, a cada 30 minutos. Essa medida evita que, cada vez que você receba uma mensagem, pare o que está fazendo para ler o e-mail.
02. Contenha-se a não abrir programas de comunicação ou sites que possam interromper suas atividades ou gerar dispersão.
03. Utilize o tempo de espera em uma recepção para ler um bom livro para seu lazer ou uma literatura específica que contribua com seu desenvolvimento profissional.
04. Mantenha sempre próximo e com fácil acesso, um bloco e caneta, ou equipamento com esse recurso, para anotações de insights, lembretes de atividades e compromissos.
05. Durante deslocamentos, seja dirigindo ou em transporte coletivo, faça uso de recursos auditivos para aprimorar seu idioma ou ouvir um audiobook sobre um assunto que tenha interessa.
06. Se você tem uma certa compulsão em ficar navegando na internet, especialmente nas redes sociais além do tempo, desconecte a fonte de energia do seu notebook e assim, quando terminar a carga da bateria, automaticamente você irá parar.
07. É necessário, principalmente no mundo corporativo, estar cercado de pessoas competentes e comprometidas. Ter bons pares ou boa equipe de trabalho, permite compartilhar e delegar mais as tarefas e propicia a possibilidade de fazer outras coisas, inclusive voltadas ao cuidado com sua saúde ou aprimoramento profissional.
08. Nenhuma ferramenta te ajudará se você não definir onde quer chegar. O planejamento é a arma mais importante para quem quer se organizar. Portanto, prepare-se!
09. Tentar abraçar o mundo pode ser tentador, mas para alcançar resultados satisfatórios sem se matar de trabalhar, é preciso escolher com inteligência e racionalidade. Tenha foco e faça uma coisa de cada vez.
10. Resolva os problemas até o fim. Jamais esqueça que, direta ou indiratemante, pessoas dependem de você. Se referência e mostre-se organizado e com disposição.
  Disciplina é fundamental. 
Fonte: Administradores -consultor empresarial Maurício Seriacopi,

sábado, 4 de maio de 2013

O que é CRM - Customer Relationship Management


CRM é uma sigla em inglês para a expressão 

Customer Relationship Management 

que pode ser traduzida como 

Gestão de Relacionamento com o Cliente. 

Portanto, o que o CRM faz é criar oportunidades para que o cliente satisfaça uma necessidade, não criar oportunidades para a empresa tentar vender produtos ou serviços - isto é apenas a consequência do bom CRM. 
CRM  e um processo  que mantem armazenado o máximo de informações sobre o CLIENTE de modo a  permitir ações que fortaleçam o relacionamento e estimulem a fidelidade.
Assim, a primeira coisa a entender sobre CRM é que ele é um processo que envolve toda a empresa ao colocar o cliente como centro das atenções dos processos da empresa. 
O CRM envolve sim a tecnologia, entretanto, não se limita a ela, para organizar, automatizar e sincronizar os processos do seu negócio, especialmente em relação às oportunidades de negócios e vendas, mas também envolve as áreas de marketing, serviço ao consumidor e suporte técnico.

Quais são os benefícios do CRM? 

Ao adotar uma estratégia de CRM na sua empresa ou negócio, você verá três benefícios principais:
  • Ganho de qualidade e eficiência;
  • Diminuição de custos;
  • Aumento dos lucros.
Assim, o CRM permite que você conheça melhor as necessidades dos seus clientes, identifique leads mais qualificados, feche vendas de forma mais eficiente e eficaz, forneça um melhor atendimento pré, durante e pós-venda, e usando o Plugger, facilite a distribuição e acesso às informações em apenas uma plataforma.

CRM Online para Pequenas Empresas

Pequenas empresas podem começar a fazer CRM com uma base de dados simples dos contatos de seus leads, prospects e clientes.
Uma base de dados confere o fácil acesso e compartilhamento de informações de contatos, além de organizar quais tipos de contato a sua empresa tem conseguido manter - é fácil saber quantos leads, prospects ou clientes reais você tem no momento, por exemplo. Uma base de dados de contatos possibilita que você conheça melhor os seus clientes e possa planejar novas ações de marketing, vendas, e suporte com mais embasamento. 

Use o CRM para saber como está o seu Funil de Vendas

A partir do momento que você possui uma base de dados dos seus contatos, você pode gerenciar o funil de vendas da sua empresa.
Medir os seus progressos é essencial para determinar o seu sucesso e que mudanças devem ser feitas na sua estratégia. Por isso, mais do que simplesmente coletar informações, o CRM exige uma análise dos dados coletados. 

domingo, 14 de abril de 2013

A diferença entre Preço e Valor

O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu:
 "Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo

 e o valor de nada!"

Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a Marketing e Vendas. 
Preço e valor são conceitos muito diferentes!
 Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. 
Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.
 Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.
A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!
 É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços. 
Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor: 
Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)
 Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes. 
Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço.
 Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale. 
Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.
 Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.
 Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade... 
As grandes questões sobre preço e valor  envolvem o universo das percepções!
 Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.
O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.
 Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja,trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços.

Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las. 

As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!
 Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.
 Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. 
Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.
Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço.

domingo, 7 de abril de 2013

Características do empreendedor


"Ter um espírito criativo e pesquisador é uma das qualidades fundamentais 
a um empreendedor"



O empreendedor tem como característica básica o espírito criativo e pesquisador. Ele está constantemente buscando novos caminhos e novas soluções, sempre tendo em vista as necessidades das pessoas. 
A essência do empresário de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com a melhoria do produto. 


1-Características do empreendedor


Relativas à realização:

Busca oportunidades e toma a iniciativa- O empreendedor faz o que deve ser feito antes de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias.
- Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços.
- Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.

Corre riscos calculados
- O empreendedor avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente.
- Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados.
- Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.

Exige qualidade e eficiência
- O empreendedor encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido, ou mais barato.
- Age de maneira a realizar ações, serviços e produtos que satisfaçam ou excedam padrões de excelência.
- Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo e que atenda a padrões de qualidade previamente combinados.

É persistente
- O empreendedor age diante de um obstáculo significativo.

- Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo.
- Assume responsabilidade pessoal pelo desempenho necessário para atingir metas e objetivos.

É comprometido
- O empreendedor faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa.
- Colabora com os empregados ou se coloca no lugar deles, se necessário, para terminar um trabalho.
- Se esmera em manter os clientes satisfeitos e coloca em primeiro lugar a boa vontade a longo prazo, acima do lucro a curto prazo.


2-Características relativas ao planejamento:


Busca de informações

- O empreendedor dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concorrentes.
- Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço.
- Consulta especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.

Estabelecimento de metas
- O empreendedor estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal.
- Define metas de longo prazo, claras e específicas.
- Estabelece objetivos de curto prazo, mensuráveis.

Planejamento e monitoramento sistemático
- O empreendedor planeja dividindo tarefas de grande porte em sub-tarefas com prazos definidos.
- Constantemente revisa seus planos levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais.
- Mantém registros financeiros e os utiliza para tomar decisões.



3-Características relativas ao poder:


Persuasão e rede de contatos
- O empreendedor utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir pessoas.

- Trabalha com pessoas-chave na posição de agentes para atingir seus objetivos.
- Age para desenvolver e manter relações comerciais.

Independência e autoconfiança
- O empreendedor busca autonomia em relação a normas e controles de terceiros.
- Mantém seu ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores.
- Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.

Fonte: Sebrae Nacional

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Atitude + Ação = Desempenho


Os dois vendedores se encontraram em um happy-hour, e desandaram a falar sobre suas experiências e seus resultados. Os dois trabalhavam em empresas concorrentes e vendiam produtos similares, mas era evidente a diferença entre ambos. Enquanto um tinha o aspecto de um vencedor, o outro era a crise em pessoa. Disse o primeiro: 

 - Não posso me queixar, as vendas vão de vento em popa. Hoje mesmo já atingi a meta do mês, e ainda nem estamos ainda no dia 20.  Mas também, com um portfolio desses, até eu. Você tem mais variedade de produtos para oferecer e um prazo de entrega mais acelerado. 

 O garçom serviu a segunda rodada de chope enquanto eles comparavam a lista de produtos e concluíam que na verdade elas eram bastante parecidas. Mesmo assim a diferença das vendas de ambos era gritante. 

 - O segundo semestre costuma ser excepcional, mas o primeiro não fica muito atrás. Eu praticamente consegui manter a regularidade dos resultados nos últimos doze meses.
- Mas também, com um território desses, até eu.  Antes mesmo do terceiro chope ficou claro que, apesar dos territórios em que trabalhavam serem diferentes, eles eram equivalentes em potencial de consumo.
  - E o melhor é que as perspectivas para o próximo ano são excelentes em função dos novos lançamentos. 
 - Mas também, com um empresa como a tua, até eu. 
 O quarto chope chegou junto com a perda de paciência do vendedor-vencedor: 
 - Olha, eu não quero ser chato, mas você fica atribuindo meus resultados ao portfólio  ao território, à minha empresa....Será que você não percebe que o que faz a diferença é a maneira como você encara seu trabalho?

 O negócio é:

 levantar cedo,planejar o dia, bater perna, construir uma boa rede de clientes, entender a necessidade deles, manter o cadastro atualizado.

 É assim que se conseguem bons resultados, com preparo,

 trabalho e otimismo. 

Ficar procurando desculpas não leva a nada, colega. Mude seu comportamento e você mudará seus resultados.

  O vendedor-queixoso arregalou os olhos, tentou dizer algo, não conseguiu, então tomou mais um gole de seu chope. Quando finalmente falou, foi como se tivesse feito uma grande descoberta:  - Mas também, com uma atitude dessas, até eu!!! 


Revista Você s/a nº173,, 
por Eugênio Mussak

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Epic fail: como transformar o fracasso em resultados


Geralmente as pessoas querem se inspirar em pessoas bem sucedidas e cases de sucesso. No entanto, é possível aprender muito com as derrotas.

A queda da Starbucks .
Bons franqueados nunca desertam.

Qual é o ponto da coisa? 

Existe uma cultura de que, para se chegar ao sucesso, existe uma receita pronta, sintetizada em histórias bem-sucedidas de empresários cheios da grana. Uma parte dessa receita é o repúdio ao erro – também conhecida como culto ao perfeccionismo: se um profissional ou empresário comete erros memoráveis, é certamente um caso perdido. 
Em outra abordagem, as falhas são usadas como trampolim para contar histórias de superação e acariciar o ego de quem ganha a vida promovendo palestras e escrevendo best-sellers com o timbre Não desista dos seus sonhos (da trilogia Não pare de sonhar).

No entanto, é garantido que, quanto mais histórias de sucesso você ler por aí, menos diferença isso vai fazer na sua vida, e mais dividendos vai gerar para a turma da solução fácil. "As histórias de sucesso são utilizadas principalmente como ferramenta de marketing, a exemplo da biografia de Steve Jobs. Nem sempre essas histórias são contadas da maneira que aconteceram, sempre viram romance", afirma Ricardo Cipullo, professor de Estratégia Empresarial e sócio da Renaissance Executive Forums no Brasil.

Em outras palavras, tenta-se criar mitos, heróis, signos. Ninguém imagina um herói fracassado. Logo, os profissionais não querem ser perdedores, e vivem aventuras quixotescas na carreira, onde o fracasso e a busca pelo sucesso não passam de cenouras imaginárias. E se eu te disser que o erro é a etapa mais importante do negócio, uma fase onde há amadurecimento e transformação do pensamento?

Como dizia o apóstolo, "quando estou fraco, aí é que sou forte". 
O paradoxo é levado a sério na era das startups, onde um modelo de negócios pode ser rapidamente escalável ou absolutamente inviável – para os jovens empreendedores, o meio termo de trabalhar duro para crescer aos poucos é inaceitável. Isso ocasiona não apenas um, mas inúmeros fracassos retumbantes. E muitos deles são relatados na FailCon.

A conferência anual foi criada para ser uma antagonista dos eventos de negócios convencionais. Enquanto algumas empresas trabalham seus segredos estratégicos, a FailCon – que este ano teve uma edição no Brasil – serve para demonstrar os erros cometidos pelos empreendedores, evidenciar as topadas e, por fim, provocar o aprendizado. Uma abordagem ousada, mas que faz sentido em um mundo onde os negócios colaborativos estão ganhando cada vez mais terreno, minando (ou reinventando) o velho conceito de competitividade.
"O segredo para quem quer ter sucesso é compartilhar, é uma das poucas coisas que quando se divide, aumenta. Você deve se cercar de pessoas que estejam dispostas a oferecer o que têm", lembra Ricardo Cipullo.
"Antes estávamos em uma situação maravilhosa, parecia que tudo que a empresa tocava virava ouro. Passamos a nos sentir invencíveis", disse Howard Schultz, CEO da Starbucks, durante a HSM Expomanagement 2012. O status dos sonhos se transformou em uma crise sem precedentes na história da companhia, e nem faz muito tempo.
Em 2007, as ações da Starbucks começaram a despencar – a desvalorização chegou a mais de 40%. Com o aumento vertiginoso na quantidade de filiais (de 84 em 1990 para 10 mil em 2008), as lojas passaram a competir entre si, uma vez que muitas eram próximas. A marca deixou de ser sinônimo de exclusividade e bom gosto para ser mais associada a fast-food. Com isso, a concorrência cresceu para cima da gigante dos cafés.
"Precisávamos transformar nossa maneira de agir. Quando assumi, tive a ideia de fazer uma reunião enorme, com a participação dos 10 mil gerentes. Foi naquele encontro que realinhamos a responsabilidade e direcionamento da rede", afirmou Schultz. Ele voltou à cadeira de CEO no início de 2008, após oito anos afastado, com a missão de fazer um milagre para salvar a marca do desastre. "Em uma crise, você tem que tomar decisões sem informações precisas ou perfeitas".
A Starbucks conseguiu se reencontrar com o consumidor: no segundo trimestre de 2012, alcançou lucro de 16% em relação ao ano anterior. Mas para isso foi necessário um mergulho de cabeça no fracasso.
Um administrador nem sempre tem o luxo de dispor de dados, tempo e informações necessárias para formular uma estratégia redonda e tomar uma decisão. Atualmente, a maioria é tomada com base na experiência e tato do profissional, para dar a agilidade necessária. Rápido, porém ainda mais sujeito a erros. José Rubens, fundador da empresa de marketing digital Guia-se, enfrentou uma situação dessa natureza.
Entre 2010 e 2011, a companhia passou por um processo acelerado de expansão das franquias, o que acarretou em um excesso de projetos a serem desenvolvidos. Com isso, na metade dos casos houve atrasos sérios, ocasionados por uma "decisão equivocada de centralizar os projetos na franqueadora". E clientes não gostam de esperar.
"Para contornar a crise, trocamos a liderança da equipe, aumentamos o foco e agilizamos alguns processo com terceirização. Em dois meses todos os projetos estavam em dia", relata Rubens. Ele explica ainda que as decisões geraram uma repercussão negativa entre os franqueados; "mas a maioria entendeu que não estávamos fugindo dos problemas e nos ajudou a resolvê-los. Foi um período no qual descobrimos quem realmente eram nossos parceiros".
Não é o destino, inferno astral, histórias de sucesso ou de fracasso, nem a conjuntura do cenário econômico ou quaisquer outros fatores externos quem vai determinar o erro ou acerto. "O sucesso se compõe de esforço, dedicação e conhecimento, e não de contos de fadas", dispara Cipullo. Não chega a ser uma novidade, mas é uma conclusão que anda meio esquecida.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Linguagem corporal


Piscada de olho, aperto de mão, ombro levantado: saiba como o seu corpo fala. 


Psicóloga analisa o comportamento corporal das pessoas e dá dicas:


Quantas vezes você não ouviu que o corpo fala? Pois é, essa é a mais pura verdade! Dá para saber todas as intenções e os sentimentos das pessoas só analisando a posição do corpo. Aproximadamente, 70% da comunicação humana é não verbal, ou seja, mesmo que você não esteja falando nada, os seus ombros, mãos, tronco, pernas, pés vão dar alguma mensagem sobre suas intenções, emoções e motivações.
A psicóloga Mônica Portella, especialista em linguagem corporal, frisou que é muito importante prestar bem atenção às pernas das pessoas, pois cada posição específica condiz com um sentimento que pode ser de ansiedade, relaxamento, interesse, interesse parcial ou interesse total.
Ate pelo aperto de mão dá para ter uma noção da intenção que a pessoa tem com você. Tem até aperto de mão ideal: “Aperto de mão na vertical, sem esmagar a mão da pessoa. E aí a gente está fazendo o cumprimento formal, sem querer dominar. Isso, está compartilhando poder, compartilhando o assunto ali na relação”.
Ana Maria pegou outras dicas que servem como um "detector de mentiras". Fique ligado!
  • Preste atenção nas expressões da pessoa que está falando com você.

 As expressões verdadeiras são rápidas, enquanto as falsas tendem a ficar mais tempo no rosto da pessoa;


  •  Quando a gente mente, pisca mais. Isso acontece quando existe conflito entre o que se pensa e o que se fala. As piscadas aumentam tanto na frequência quanto no tempo de duração. E, quando mente, a pessoa costuma levantar sutilmente um dos ombros antes de responder às perguntas;

- Observe o olhar! Um bom mentiroso até consegue sustentar o olhar enquanto fala uma mentira, mas, na hora de responder a alguma pergunta capciosa, esse olhar normalmente é desviado.
28/03/2013 às 08h50 
Mais voce

quarta-feira, 27 de março de 2013

A marca da sua empresa atrai talentos????


Atrair e reter talentos são preocupações cada vez mais presentes na agenda das organizações.  

No atual contexto de escassez e disputa cresce a necessidade de estruturação de políticas consistentes para a solução dessas questões.

Entre as ações que geram resultados eficazes nesse processo está a definição de uma marca empregadora que vise posicionar a empresa de maneira a atrair profissionais, auxiliar na retenção de talentos, alavancar contratações que objetivam carreiras de longo prazo e, reduzir custos gerados pela rotatividade de pessoas. Pesquisa da consultoria global de gestão de negócios, Hay Group, aponta que essa solução está no topo da lista de ferramentas utilizadas em ações de atração.
Se de um lado, essa definição traz benefícios para as empresas, por outro, uma marca de empregador desconectada da cultura da organização pode gerar frustração nos novos funcionários e prejudicar a reputação.
 Para que isso não aconteça, a proposta deve ter um alinhamento entre a cultura da empresa e sua estratégia comercial. Ou seja, os atributos da Marca Empregadora e da Marca Comercial devem estar ligados aos valores, estratégias e cultura da empresa e, assim como a primeira baseia-se na promessa de qualidade e valor para seu consumidor, a segunda deve trazer uma proposta de valor aos empregados futuros e atuais. 
Mas como esse processo funciona na prática? A definição deve ser conduzida de maneira a assegurar que perguntas como as elencadas a seguir sejam contempladas e respondidas de maneira impactante:
  •  Como será trabalhar nesta empresa?
  •  Por que trabalhar nesta empresa será melhor que em outra?
  • Como irei me sentir atuando nesta empresa? Do que estarei fazendo parte?
  • Qual o seu diferencial? Quais as alavancas/viabilizadores desse diferencial?
  • Como meus valores estão alinhados ao propósito dessa empresa?

Para que esse desenho chegue aos empregados atuais, potenciais e mercados as organizações devem estruturar uma ação de divulgação clara e constante de uma promessa de valor utilizando atributos que agregam valor à imagem da empresa.
É importante ressaltar ainda que a definição de uma marca empregadora consiste em um processo contínuo e sua efetividade depende de investimento e acompanhamento constante junto a especialistas da área. 
Uma marca empregadora bem definida além de assegurar um bom posicionamento e competitividade na atração de talentos do mercado de trabalho garante que estes recursos sejam alinhados à cultura e valores da empresa. Este alinhamento gera maior vínculo entre empresa e funcionário ampliando a motivação e, consequentemente, a retenção de talentos. 
Mirella Amorin - consultora do Hay Group.

quarta-feira, 20 de março de 2013

PODER PESSOAL que potencializa a liderança gerencial.


Você já parou para pensar por que alguns gerentes com o mesmo cargo, nível de autoridade formal e responsabilidade têm mais poder que seus pares? 

É uma questão fundamental para quem deseja ampliar a compreensão acerca do sucesso na carreira gerencial.
 O nosso ponto de partida é a constatação que, dadas oportunidades iniciais iguais, alguns se saem melhor que outros. Vejamos porque.
 O cargo de gerente confere ao ocupante o direito de exercer o poder em nome da Organização. Sendo a delegação de autoridade uma prática universal e consensual, o subordinado tende a acatar as ordens que vêm do andar de cima independente da personalidade e da capacidade profissional do superior.

Esse fato torna a POSIÇÃO GERENCIAL (cargo + nível hierárquico) em elemento HABILITADOR do exercício do poder delegado. O superior pode, inclusive, ser um profissional menos preparado que o próprio subordinado. Todavia, o crachá de chefe opera “milagres”.

Sem surpresas, já que fomos treinados desde criança a obedecer às figuras de autoridade. Quando atingimos a idade da razão continuamos propensos a seguir os líderes, pois enxergamos na hierarquia um papel importante na manutenção da coesão grupal e na busca de resultados para a organização.

O senso de obediência devida adquirido cedo em nossas vidas permite que as ordens sejam seguidas sem que a equipe admire ou ame o gerente. O que não impede que o chefe seja alvo de piadas, comentários depreciativos e sentimentos negativos. Faz parte do jogo.

Diante dos comentários desairosos da rádio corredor um gerente pode, se assim o desejar, vingar-se dos maledicentes. Os instrumentos do cargo facultam que ele faça ameaças e “compre” apoio da equipe oferecendo recompensas (aumento salarial, promoção, tarefas nobres, elogios públicos etc). Reprovável, mas é assim que a máxima que “manda quem pode, obedece quem tem juízo” é reforçada cotidianamente.

Em compensação, um líder com vasto conhecimento e experiência, mesmo que autoritário, granjeia maior respeito e admiração que um líder despreparado, cujo único trunfo é a posição que ocupa. Se o CARGO GERENCIAL é um fator HABILITADOR, o CONHECIMENTO TÉCNICO e a EXPERIÊNCIA são fatores CAPACITADORES, vitais para que a Organização evolua, inove e se mantenha competitiva.

O poder conferido pelo saber e pela experiência do líder inspira o subordinado a ser mais eficiente, mas não necessariamente mais motivado e comprometido.

Também existe o poder do ALTO DESEMPENHO que se expressa na capacidade de alcançar e superar as metas, padrões de qualidade e outros indicadores de uma gestão eficaz. Trata-se de um fator CERTIFICADOR da LIDERANÇA, já que as organizações sobrevivem e se perpetuam em função dos resultados.

Lideres de alto desempenho desafiam a equipe a segui-los e a superar-se continuamente.

 Agora, se além do cargo, do conhecimento e da alta performance, o gerente for competente na área interpessoal e tiver força de caráter (integridade profissional + determinação), ele expande as fronteiras do cargo e do know-how e se converte em um líder de equipe.
 A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL e EMOCIONAL somada à INTEGRIDADE PESSOAL constitui a pedra de toque que torna gerentes poderosos mais poderosos ainda. Em outras palavras, o que faz com que gerentes em posições iguais tenham mais poder que outros é o 
PODER PESSOAL que potencializa a liderança gerencial. 
Importante: esse poder é conquistado em função do mérito profissional e individual. 
 A    equipe se beneficia dele (poder pessoal) aprendendo a ser uma pessoa melhor. 

Resumindo, numa escala crescente encontramos o PODER da POSIÇÃO, o PODER DO CONHECIMENTO, o PODER da ALTA PERFOMANCE e o PODER PESSOAL. 
Não se trata de uma escala evolutiva na qual é preciso passar pelos diferentes estágios para chegar ao patamar superior. Tampouco está escrito nas estrelas que todos gerentes evoluem.
 Trata-se, sim, de uma escala de eficácia acumulativa, na qual os gerentes mais eficazes são os que empregam, concomitantemente, o poder do cargo, o poder do conhecimento, o poder da performance e o poder pessoal.
 Note que a evolução ocorre em grande parte nas áreas em que a fonte do poder gerencial está mais nele (conhecimento, resultados e liderança pessoal) que na organização (cargo).
A autoridade do cargo está fora de nós. Ela pertence à organização e pode ser retirada a qualquer momento. Já o poder do conhecimento está em nós. O poder da performance está em nós, na equipe e na organização. O poder pessoal é o nosso DNA Gerencial e nos acompanha para onde quer que formos.

Líder de Sucesso


sexta-feira, 1 de março de 2013

Consumo x Sustentabilidade: De que lado está sua empresa?




Consumir deixou, há tempos, de ser um ato com o simples objetivo de satisfazer nossas necessidades. Produtos altamente eficazes, com base em matérias-primas naturais, provenientes de fontes sustentáveis, têm ganhado cada vez mais destaque nos mercados da moda, beleza e bem-estar.
Atualmente, podemos até dizer que já se tornaram alvo de quem assume práticas mais responsáveis. Segundo o Dossiê Tendências para o Consumo Consciente, divulgado em 2010, 21% dos brasileiros está informado sobre as condutas socioambientais de empresas nacionais. Além disso, o estudo apontou que 9% dos consumidores leva em conta o comportamento sustentável dos fabricantes na hora de optar por determinado produto.

Outra pesquisa sobre o setor, Sustentabilidade Aqui e Agora, mostrou que 26% dos brasileiros se considera bem informado sobre os temas Meio Ambiente e Ecologia. Será mesmo? Como avaliar se o produto consumido em sua casa é realmente desenvolvido e projetado por uma cadeia sustentável? Possuir insumos naturais é o bastante para avaliar que o seu cosmético, por exemplo, foi fabricado com os conceitos de proteger e beneficiar o meio ambiente, as pessoas e os recursos naturais?

Para um produto ser considerado sustentável ele deve contribuir para a preservação dos recursos naturais e o desenvolvimento das pessoas envolvidas em sua produção. Isso inclui, por exemplo, garantir que as atividades de extração, processamento e transportes de insumos atendam aos quesitos de sustentabilidade. É o caso da Beraca, que conscientiza as comunidades da região amazônica sobre o fato das florestas serem melhores em pé do que cortadas. Ou seja, ao contrário das atividades madeireiras, o extrativismo sustentável não se resume em apenas uma fonte permanente de renda e oportunidade, mas uma nova forma de se relacionar com o ambiente em que vivem e proporcionar trabalho em todas as épocas do ano, tanto para os homens, quanto para as mulheres.

Outro indicador de resultados concretos são as certificações internacionais, como o SEED Awards De Empreendedorismo Sustentável, prêmio criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para ser entregue a projetos empreendedores e ambientalmente responsáveis. Por isso, é importante que a sociedade fique cada vez mais atenta ao que a comunidade científica, o governo e as ONGs têm dito sobre engajamento das empresas. É preciso que as fontes que legitimam as práticas corporativas tenham credibilidade e exerçam uma fiscalização real e imparcial. Nesse sentido, a imprensa também tem um papel importante, já que por meio de suas matérias acaba exercendo forte pressão às organizações, principalmente àquelas que não estão de acordo com as regras.

Existem também encontros empresariais para enfatizar a importância de ser completamente sustentável, com investimentos alocados em projetos que possibilitem cumprir com as exigências do tripé da sustentabilidade: lucro, respeitos às pessoas e desenvolvimento do ser humano.

Este processo é o caminho mais fácil para que as empresas se unam com o objetivo de criar estratégias que beneficiem o meio ambiente e os seres humanos. Parecer sustentável pode ser fácil. Mas, ter a sustentabilidade como base para todas as ações de uma empresa é o grande desafio do nosso tempo. Não basta oferecer produtos ecologicamente corretos, a preocupação com a preservação ambiental e o bem-estar das pessoas devem ser as diretrizes para alinhar, de maneira harmônica, produção e sustentabilidade 
    • Escrito por  Filipe Sabará

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Story, uma loja em edições de revista


Em Nova York, a Story é uma loja mutante.
A cada quatro ou seis semanas ela muda inteirinha, inspirada nas revistas femininas.


Uma pop up permanente. Assim é a Story, uma loja que se inspirou nas revistas femininas para oferecer algo diferente no varejo físico. Como uma edição de revista, ela muda de tema a cada quatro ou seis semanas. E isso envolve mudar inteiramente: produtos não vendidos saem e dão lugar aos novos que estão em sintonia com o novo tema da edição seguinte – Amor, Sustentabilidade, Cores e Nova York são alguns deles. E toda uma gama de produtos – que vão de joias a sorvetes – e que tenham alguma relação com o tema passa a ser comercializado na loja num esquema de parceria.

É um trabalho louco de controle de estoque, sortimento e escolha do que vender. Mas vale a pena segundo a dona da ideia, Rachel Shechtman. Ela montou uma equipe tal qual uma revista: há editores, diretores de conteúdo, criativos e colaboradores que vão e vem conforme o tema. 
Rachel conseguiu criar um modelo lucrativo baseado em três fontes de renda: a venda dos produtos, de patrocínios e de ingressos para eventos e cursos rotineiros que ocorrem dentro da loja. Os patrocínios são como os anúncios das revistas. “Quando uma empresa compra um anúncio numa revista ela está comprando uma oportunidade de diálogo com seu potencial consumidor sobre umponto de vista. Ao comprar o patrocínio de uma edição da loja, a empresa está anexando sua imagem àquele tema e dialogando diretamente com quem também se identifica com ele”, comenta a fundadora.

Localizada no bairro de Chelsea, a Story é, segundo Rachel, “uma revista em seu estado vivo”. Mas não é só esta a comparação possível que ela, que se diz uma geek do varejo, faz. “Temos como referência também a galeria de arte já que o espaço é totalmente remodelado a cada tema”, diz. 
O fato de se organizar como uma revista e ter sortimento fugaz a assemelha também às lojas pop up,e cria um senso de urgência: os produtos têm sua venda por tempo limitado. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Home Offices esta crescendo!

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E crescem os home offices


Pesquisas mostram que 64% das empresas brasileiras já admitem o trabalho em sistema de home office. Por que isso está acontecendo?
E crescem os home offices
O sistema de home office ou trabalhar em casa é algo que as companhias já estão testando para cargos de confiança. Assim, os executivos podem desenvolver parte das atividades sem estar fisicamente no local de trabalho.
Há algumas vantagens para este tipo de modelo, como diminuir o investimento em muitas estações de trabalho. Além da questão financeira outro ponto positivo é motivar a equipe, já que é bem visto pela maior parte dos colaboradores este tipo de sistema e esta relação de confiança. Além disso, para algumas atividades como relatórios, análises e projetos, estar em um ambiente mais silencioso, sem tantas interrupções ajuda no desenvolvimento.
Este é um modelo que pode trazer mais produtividade e resultados, até mesmo porque só a economia das horas gastas no trânsito de cidades como São Paulo, por exemplo, já é um enorme ganho.
Mas é importante ter cuidado, pois este é um sistema que pode oferecer riscos se não for bem gerenciado, pois se o colaborador se perder no que deveria fazer no home office ou o gestor não souber combinar direito este esquema de trabalho, isso pode gerar motivos para desconfianças e improdutividade. Portanto recomendo:
  1. Combinem o qual o foco do home Office.
  2. Tenha uma rotina, por exemplo, o home office será feito uma vez por semana; preferencialmente defina o dia.
  3. Tente otimizar o dia com outras variáveis, por exemplo, um dia sem reuniões com aquele colaborador, ou o dia do rodízio do mesmo.
  4. Marque uma reunião para falar do projeto feito no home Office; isso fará com que todos vejam benefícios no sistema.

De acordo com uma pesquisa global da Robert Half, para 92% dos diretores de Recursos Humanos, coordenar uma equipe remota é mais desafiador do que a gestão de profissionais no local de trabalho, Isso porque a metodologia de acompanhamento deste tipo de sistema de trabalho é totalmente direcionada aos resultados. Gestores que eventualmente gerenciem observando a pessoa trabalhar ou controlando horário de trabalho têm mais dificuldade. E, por mais que a gente ache que este tipo de gestão está ultrapassada, ainda há muita gente que acredita que gerenciar pessoas é controlá-las apenas e não gerenciar os resultados que elas produzem.
Para gerenciar quem trabalha remotamente, é importante ter organização e  capacidade de desenvolver relacionamentos profissionais baseados em confiança e resultados.
Se você é gestor ou colaborador e vê no Home Office uma tendência, você está certo! Saiba utilizar este sistema de trabalho! Siga confiante e boa sorte!
Publicado em Feb 19, 2013 por Cíntia Bortotto